Dá-nos a tua opinião sobre o filme Amanhecer-Parte 1 AQUI.

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domingo, 6 de junho de 2010

Forbidden Sun - 4º capitulo

Olá, mais uma vez pesso desculpa pela demora de mais um capitulo de Fobidden Sun.
Mas como prometido e como quero continuar na staff deste blogue, aqui vai o 4º capitulo. Espero que gostem e que percebam :)


Capitulo 4
Versão Bella
- Charlie, Renné. Nós devemos-lhe uma explicação. Suponho que vão ter de passar aqui outra esta noite, a conversa vai ser longa. E também já está a anoitecer.
- Nós temos o tempo que for preciso, mas o que queremos é uma explicação – refilou o meu pai, como sempre.
- Tudo o que ouviram agora não é mentira. Sim, nós somos diferentes. A nossa família formou-se porque sabíamos que por aí no mundo, que haviam pessoas com, digamos “poderes” especiais, com dons.
- Essa parte da conversa é dispensável. Passamos á parte das explicações – continuou o Charlie com o seu mau humor.
- Charlie! Calma, o Carlisle vai explicar-nos tudo – disse Renné a Charlie para tentar acalmar o seu mau humor.
Enquanto não passavam apenas desta conversa, Edward disse-me que a ideia de Carlisle não era contar a história verdadeira, quer dizer, era verdadeira, mas não completa.
- Irei explicar tudo. Mas calma, tudo a seu tempo. – Interferiu o Carlisle.
- Tudo o que ouviram aqui ainda á pouco não é mentira. Edward tem “poderes” – começou Esme.
- O quê? Aquilo de ouvir os pensamentos das outras pessoas? Nisso não acredito… Quero que provem que isso é verdade. – Refilou novamente o meu pai. Já estava á espera que ele fizesse uma cena destas.
- Há quem esteja a pensar que isto é apenas uma perda de tempo. Esse alguém preferia estar em casa sentado no sofá a ver um belo jogo de basebol. Isto chega?
Olhei para Charlie, estava vermelho que nem um pimento.
- Ham, podem avançar – respondeu Charlie com muita pressa para que as atenções não fossem desviadas para si.
No meio disto tudo, todos largamos umas gargalhadas. Quer dizer, todos menos Edward, Bella e Rosalie, que continuavam com um ar muito sério.
- Vamos satisfazer a vontade de Charlie.
- A Nessie também tem poderes, referiram isto na discussão que tiveram ainda á pouco. Tal como a Alice também tem.
O ar de Charlie foi ficando mais sério, mais preocupado, finalmente acordou para a realidade.
- Então e a Rosalie, o Emmet, a Esme, e você?
- E o resto da família? Vocês juntaram-se porque eram diferentes, certo? – perguntou Renné, a sua aparência não era a normal , estava tão atenta que nem ligava ao mundo que a rodeava.
- Nem todos temos. Mas cada coisa a seu tempo – foi a vez de Esme falar. Estava a ser complicado explicar tudo aos meus pais, aos humanos.
- O dom da Nessie é “mostrar” os seus pensamentos, os seus sentimentos ao tocar numa pessoa. – disse Esme.
- Sim, mais ou menos. Ela pode exemplificar com cada um de vós. – respondeu Carlisle.
Nessie dirigiu-se a Renné, mostrou-lhe um dos momentos de um dos dias de compras entre mulheres. Renné sorriu, pois o que Nessie lhe mostrara foi quando elas as duas estavam a comer um gelado e uma delas o deixou cair. Sorriram uma para a outra. Nessie tirou a mão e virou-se para ir na direcção a Charlie.
Charlie não queria nada disto, pela primeira vez, vimos Charlie a chorar…
- BELLA, BELLA! Acorda, estavas que tipo a dormir de olhos abertos, estavas tão concentrada a olhar lá para fora que me assustaste querida. – Esme tentava virar-me de frente para ela para podermos falar, conseguia perceber isso apesar de continuar a olhar lá para fora com um ar assustado. Pela primeira vez soube como é que os vampiros choravam.
- Bella, está tudo bem?
- Edward, onde é que está a Nessie?
- Está lá fora.
Nesse momento comecei a correr em direcção á minha filha.
- NESSIE! NESSIE!
- Mãe? O que foi?
Cheguei ao pé de Nessie e abracei-a.
- Mãe? Que é que se passa?
- Nada, simplesmente apeteceu-me fazer isto.
-Mas... – Senti o abraço de Nessie ficar cada vez mais forte. A sensação de saber que estava tudo bem foi tão boa, tão forte. Mas isto fez com que tivesse saudades de ser humana.
- Tenho de ver os meus pais. – soltei a minha filha e fui ter com Carlisle.


Espo que tenha gostado, esperem pelo próximo capitulo :)

Beijinhos
Soraia Ramos

sábado, 10 de abril de 2010

Forbidden Sun - 3º capitulo

Aqui está o 3º capitulo , como sempre , levei montes de tempo para publica , espero que gostem . A situação agora está complicada. Renné e Charlie vão saber coisas. Mas não vou contar mais nada. Leiam!

Capítulo 3
Versão Renesmee
Não acredito! Isto não me está a acontecer! Pensei para mim. Queria que o que estava a acontecer fosse um sonho.
Primeiro, os meus avós vão-se embora, segundo, acabo de saber que já sou mulher, Isto é impressionante. Não quero que os meus avós se vão embora, não quero ser mulher. Quer dizer, não desta maneira.
Isto significa, que eu posso um dia vir a ser mãe? Significa que posso construir uma família com ele? Sim, com ele. Com meu querido Jacob. Mas poderá acontecer? Somos de mundos completamente diferentes, mas muito semelhantes. Será que, se um dia poder ter filhos com ele, será que vai sair algo, algo que se pareça com um humano, ou que saia como eu, ou como Jacob? Não quero pensar nisso, não por enquanto. Se o meu pai ouvisse estes pensamentos, nem sei o que me faria…
De repente, lá fora oiço uns barulhos vindos da sala de estar. Ups, esqueci-me que ainda estava na cozinha com a presença de Renné e da minha mãe. Também me esqueci que estava demasiado perto do meu pai. O MEU PAI OUVIU TUDO O QUE EU PENSEI? Estou tramada.
-EDWARD PÁRA!!! – ouvia a família toda a “gritar” na sala de estar – Porque estás assim?
Quais seriam as intenções do meu pai? Quais eram os seus movimentos na sala de estar? A quem é que ele tentava chegar? A mim? A Jacob?
Entretanto Bella e Renné desataram a correr para a sala. Como sempre, a minha mãe tentava correr a passo demasiado calmo, para a minha avó não reparar que nós não somos propriamente humanos. Corri atrás delas, mas com demasiado receio da reacção do meu pai. O medo era tanto que pensava que ia cair antes de chegar á sala. Mas senti uma calma a entrar dentro de mim e a apoderar-se dos meus movimentos. Silenciosamente pedi para que Edward não tocasse em Jacob e também para que Jasper reduzisse aquela sensação de calma. Detestava estar demasiado calma nestas situações.
- Eu vou acabar contigo! A minha filha anda a pensar a formar uma família contigo e no entanto só tem 6 a 7 anos de vida.
O quê? O meu pai disse aquilo em voz alta? Agora é que nunca mais vou voltar a ser a Renesmee desavergonhada de sempre. O meu pai acabara de cometer um dos seus maiores erros da sua eternidade.
-O quê? Nessie, é verdade isto o que o teu pa…
-É claro que é seu rafeiro nojento e pulgento. Achas que eu minto? A ideia agradou-te? Eu vou-me a ti!!!
-Eu não quis dizer isso, simplesmente queria saber vindo da boca dela. Mas eu nunca faria isso, apesar de não ser má ideia. A Nessie é demasiado nova, e para já que tu nunca aceitarias isso.
Jacob tinha razão no que acabava de dizer.
-Pai, obrigada! Depois queres que confie em ti. Sim, gostaria muito de construir uma família com Jacob. Ele não me lê os pensamentos e nem me magoa com qualquer um dos poderes inúteis que possam existir, tal como o teu, o meu ou o da Alice. Ele ama-me como eu sou. Eu amo-o como ele é – interrompi a fala de Jacob para dizer isto. Foi a primeira vez que confrontara o meu pai, também a primeira vez em que ficara demasiado magoada com a sua atitude – Não me podes impedir disso. Queres que eu seja feliz não é? Então deixa-me ser feliz á minha maneira. Deixa-me ficar com Jacob. É ele quem eu quero para estar para sempre a meu lado. E tu, e o resto desta família sabem que eu nunca vos abandonaria. Nunca vos deixaria de parte – ao acabar de dizer isto caí de joelhos no chão.
Edward mexeu-se de uma forma demasiado estranha para a descrever, mas percebi que ficou preocupado. Via nos seus movimentos dor, mágoa e arrependimento.
-Desculpa! Não te queria magoar, mas quero que me dês mais privacidade. Quero que deixes os meus pensamentos só para mim, quero que me deixes sonhar, quero ser feliz no meu mundo, quero ser NORMAL…
-Sabes que é impossível Nessie, sabes que não leio os pensamentos dos outros porque quero, mas sim porque este é o meu poder – a voz do meu pai fraquejou ao dizer as últimas palavras. Nesse mesmo momento olhou para os meus avós. Esquecemo-nos completamente que eles estavam lá a assistir a tudo. E, desta vez Alice não estava lá para nos ajudar. Mas eu sabia que ela tinha tentado chegar perto de nós o mais rápido possível, mas… sem sucesso. Agora o nosso dever era explicar esta conversa. Não acredito no que acabara de acontecer. Estragamos tudo, estragamos o nosso disfarce, estragamos o ambiente que poderia continuar a haver entre nós. E tudo por minha culpa, sou tão egoísta, como é que pude fazer isto?
O meu pai levantou-me e abraçou-me, nesse momento segredou-me ao ouvido:
- Nessie, não tens culpa de nada, eu é que te devia de dar mais privacidade. Não tenho o direito de estar sempre encima de ti. Desculpa-me tu a mim.
- Edward, Nessie. Mas que brincadeira mais infantil. Não era preciso terem nos tomado esta partida. Para já que nós nunca iramos acreditar em nada do que vocês para ai disseram. Deixem-me que vos diga. Não teve piada nenhuma. – Emmet tentava remediar a situação. Charlie e Renné estavam demasiado chocados para acreditar na conversa de Emmet.
-Sim, isto tudo não passou de uma encenação – Rosalie e Esme tentavam chegar perto deles para os acalmar. Enquanto isso, Jasper lançava novamente uma nova dose de calma a todos. Estava a enervar-me com ele.
- CHEGA! Jasper pára! – gritei eu já com os olhos cheios de lágrimas, estava disposta a atirar-me a Jasper, mas Edward agarrou-me.
- Emmet vai imediatamente chamar Alice e o Carlisle – dirigiu-lhe Bella.
- Não vale a pena, eles tão a chegar. Alice já sabia que isto ia acontecer, já a oiço. E já não há motivos para escondermos mais isto.
- Edward, Bella, Rose, Esmee, Jasper, o que é que não nos podem continuar a esconder? Algo de estranho se passa aqui. Quero explicações. E o que é isso de o Edward ouvir os pensamentos é uma partida de mau gosto certo? – resmungou Renné ainda muito chocada com a situação. As suas palavras saíram muito mal pronunciadas, para Charlie era difícil de perceber, mas nós percebíamos.
- Renné, tem calma, o Jacob contou-me algo. Ele também não e quem tu pensas que é. Ele também esconde algo. Mas não é disso de que se trata agora, eu sempre soube que vocês não eram normais, e levaram a minha querida Bella para o vosso mundo.
Pai, por favor diz-me que isto não é verdade, diz-me que isto não está a acontecer! Isto é tudo por minha culpa. Desculpa! Desculpa! Ainda estava abraçada ao meu pai. Nos seus braços, sentia-me segura, bem. Agora tem de ser não é? Os avós têm de saber a verdade.
- Sim também acho, mas esta não era a melhor forma de eles saberem. Agora desculpa-me tu a mim se tem magoei. Eu sei que as tuas intenções não eram criar este ambiente, e também sei que te devia dar mais privacidade. Devia deixar-te sonhar, imaginar uma vida perfeita. Sou mesmo idiota!
Ouvi as palavras de Edward com tranquilidade. Alice e Carlisle chegaram acompanhados de Emmet.
-Carlisle, está na hora do Charlie e de Renné saberem a verdade. Isto começou com uma discussão. Idiotice minha.
-Edward tem calma. Vai tudo correr bem. Eles tinham o direito de saber a verdade, no entanto, agora somos todos uma família.
Esme pediu para nos sentarmos e para nos acalmarmos. Alice estava a falar com Jasper, que lhe contava o sucedido.
-Nessie, preciso que me mostres o que aconteceu aqui. E o porquê disto tudo – pediu-me Alice.
Nesse momento toquei-lhe e em poucos segundos mostrei-lhe tudo.
-Parabéns! Agora já sabes o que é! Mas Nessie, tu devias controlar os teus pensamentos. Já sabes como é o Edward, e ainda por cima com pensamentos desses. Estou preocupada com os teus avós. Não consigo ver nada. Está cá a alcateia. Eles estão envolvidos nisto. É muito complicado.
- Desculpa Alice, mas não consigo controlar, quero ser feliz, quero ser normal, e o meu pai não percebe isso. Ele não me deixa viver o meu mundo. Estou a ficar um pouco cansada desta situação.
Alice não respondeu mais. Segui para a sala sem olhar para trás. O ambiente da sala, não me era estranho, era pesado, desconfortável, e esta não era a melhor maneira dos meus avós descobrirem tudo.
Estavam todos na sala, contar a verdade era o que ninguém queria fazer. Carlisle deu um passo em frente, sabia que ele ia começar a falar. Nesse momento corri até á minha mãe e mostrei-lhe que não era isto que eu queria. Mostrei-lhe como gostava que nada disto tivesse acontecido, mostrei-lhe os meus pensamentos de os avós a irem embora e tudo voltar a ser como era. Ela sorriu e abraçou-me.
Carlisle começou a falar.


Esperem pelo próximo ! :)
Beijinhos
Soraia Ramos

sábado, 27 de março de 2010

Forbidden Sun - 2º capitulo

Olá, sei que já passou muito tempo desde que publiquei o 1º capitulo. Mas não falhei á promessa de publicar o outro. Por isso aqui vai. Espero que gostem.

Capítulo 2
Quando as nossas «férias» acabarem, finalmente irei para a Universidade juntamente com Edward e Alice. Eles só vão, porque não me querem deixar sozinha. O que é desnecessário, acho eu!
- Bella anda cá abaixo, por favor – pediu Rose. Desci as escadas, tentando parecer uma humana, não me podia esquecer que os meus pais estavam lá em casa. Estava no meu quarto a praticar uns passos de dança. O que não melhorara muito desde que tomara um novo rumo de vida. As minhas danças continuavam a ser dispensadas, continuavam a não ser das melhores.
Estavam todos na sala de estar, menos Alice e Carlisle, saíram para caçar. A alcateia de Jacob também estava presente. Os meus pais olhavam-me com um sorriso disfarçado para esconder a sua mágoa. Não gostei do ambiente que se apetrechava na sala de estar.
- Bella, eu e o teu pai estamos de partida, só nos queríamos despedir de ti antes de nos irmos embora.
- O quê? Já? Mas ainda não passaram duas semanas!
- Bells, já passaram duas semanas, quer dizer, faz amanha. – disse o meu pai com a cara um pouco carrancuda.
- Minha querida, sabes que vamos voltar, ou então, podes tu mesmo ir-nos visitar. Sabes onde cada um mora. Sabes que tu e todos os que estão nesta casa, serão sempre bem-vindos, seja na minha casa como na casa do Charlie.
Nesse momento o meu pai olhou para Renné com a cara um pouco assustada, imaginava no que ele pensava: “O quê? Renné, varias-te de vez, pensas que a minha casa é um bar? Ter esta gente toda lá em casa, só iria dar comigo em doido. Para já que nem sequer conseguiria ver qualquer jogo que passa-se na televisão.” Nesse momento Edward soltou um risinho, percebi logo que o que pensava no que o meu pai estava a pensar seria perto do óbvio. Afinal já conheço o meu pai há tempo suficiente para supor o que lhe ia naquela cabecinha.
- Sim Bells, sabes que é verdade – afirmou o meu pai, virando a cara para mim fazendo intenções de mostrar convicção naquilo que dizia.
- Sim eu sei que sim. Mas gostava de estar mais tempo connosco, porque daqui a um mês entro na universidade, e aí o tempo para estar com familiares é que vai ser mesmo muito pouco. – a minha voz ia fraquejando a medida que dizia mais palavras.
- Ó querida, não fiques assim, sabes que quando precisares de nós, dizes qualquer coisa e nós viemos ter contigo. Sabes que sim. Não fiques assim, sabes que não gosto nada que estejas dessa maneira – os olhos da minha mãe enchiam-se cada vez mais com água, preparados para desatar numa choradeira – Mas tu agora precisas de te preparar para ires para a universidade, quero que continues a ser boa menina e com notas na média.
-O.K. mas quero notícias, sempre frescas. Sim, sei que tenho de continuar a ser boa aluna, não vou fraquejar nesse ponto. Nem nesse nem em ponto nenhum prometo, não vos vou desiludir…
- Bella!!! – Gritaram os meus pais e juntamente com Edward.
- Por quais quer que forem as tuas decisões, as tuas escolhas, tu nunca nos irias desiludir. Já tens idade suficiente para tomares conta de ti. Nunca nos desiludis-te, e também sei que nunca o irás fazer. E se algum dia chegarmos a pensar nisso, é porque fomos sempre uns pais desatentos, que nunca reparamos nos teus gostos e nas tuas preferências. Sei que vais ser feliz… aqui ou noutro lugar qualquer – Eu estava a ver e a ouvir bem? Desde que nascera, acho que nunca tinha ouvido um discurso tão sentimental vindo da parte do meu pai. Acho que o facto de ele me sentir logo, que lhe afectara de tal modo o coração, que queria á força que voltasse para casa, para perto dele.
Depois do discurso do meu pai, a sala ficou num silêncio permanente. Entretanto, durante esta conversa que não durara muito tempo, Renesmee tinha saído, tinha a impressão que tinha ido em direcção á casa de banho.
-MÃEE!!! – gritou Renesmee.
- Nessie?! – questionara-se todos ao mesmo tempo.
- Bella, é melhor ires tu. É um assunto feminino. Leva a tua mãe. Ela já passou por isto – Edward dissera isto com a cara de assustado mas não deu muito nas vistas par que os meus pais não desconfiassem de nada.
- Vou já Nessie – Tentei dizer isto a modo, a que Renesmee ouvisse e para que os meus pais pensassem que estavam numa casa normal, de humanos. – Mãe anda comigo!
Agarrei-a pela mão e puxei-a até a casa de banho. Ups, tinha-me esquecido que tinha demasiada força, por isso soltei um pouco a mão da minha mãe puxei-a com mais cuidado.
Quando ia-mos a caminho da casa de banho, Renesmee disse:
- Não estou ai, estou aqui na cozinha. Mãe vêm cá! – dissera Renesmee com um tom um pouco em baixo mas ao mesmo tempo tinha um pouco de alegria á mistura.
Fui até lá. Cheguei á cozinha e soltei a minha mãe. Sentei-me num banco perto de Renesmee, enquanto a minha mãe fica de pé em frente a nós duas.
-Que se passa querida? – perguntou a minha mãe num tom ligeiramente preocupado.
-Acho que já sou mulher! – Renesmee disse aquilo, desta vez agora com um sorriso estampado na cara.
Renesmee contou-me o que se tinha sucedido. Fiquei muito feliz, mas ao mesmo tempo triste. A minha filha crescera demasiado depressa. Agora, já não havia nada a fazer.


Beijinhos, espero por comentários :)

Soraia

sexta-feira, 5 de março de 2010

Forbidden Sun - 1º capitulo

Olá, como prometi, aqui vai o primeiro capitulo do Forbidden Sun
Espero que gostem.
:)

Capítulo 1

Versão Bella

Passou-se muito tempo, e tudo mudou. Agora, já consigo controlar a sede, já domino o meu poder, e o melhor de tudo, é que todos estamos juntos.
Renesmee crescera imenso, está bela, elegante e muito bem-educada. Penso para mim “Como é que aquela beleza veio toda de dentro de mim?”, a resposta é simples, Renesmee tem um pai, que para mim é o homem bonito do universo inteiro.
A alcateia de Jacob permanecera sempre do nosso lado. Renesmee e eles dão-se tão bem, lindamente, fico absorta como é que pode ser possível. O que sentira antes por Jacob, permanecera no coração de Renesmee?
Eu sei que é bom saber que ela terá uma única pessoa, pessoa essa que nunca a vai esquecer, que estará para sempre do lado dela, e também sei que estando Jacob perto dela, que ela estará sempre a salvo, protegida e acima de tudo amada. Mas também sei que tenho de a partilhar com mais outro alguém, Jacob. Isso deixa-me em baixo, porque sei que ela um dia nos vai deixar a nós, a mim e a Edward, para ficar com a pessoa que mais ama: Jacob. É triste, mas é verdade.
O que sempre sentira por Edward, aumenta agora cada vez mais. Ele é um dos meus pontos fracos. O amor que sinto por ele, e pela minha filha, é a única coisa que ainda não consigo controlar. Mas também é por o amar tanto e quere-lo, da mesma forma, que sei que não posso fraquejar, não posso errar, que não posso cometer uma loucura.
Carlisle, Esme, Emmet, Rosalie, Jasper e Alice, a minha família. Andamos em espécie de férias. Carlisle, está de férias no hospital de Forks. Rosalie, que arranjara emprego numa loja de recordações, Emmet, que também arranjara emprego, mas na oficina de Jacob. Neste momento encontravam-se todos de férias, por isso decidimos tirar uns tempos para estarmos todos em família. Charlie e Renné também tinham vindo connosco, iriam passar duas semanas junto de nós. Desde que me casara com Edward que agora eles se davam melhor, ainda bem. Apesar de estar habituada, de desde pequena não ver os meus pais muito tempo juntos, isto tornara-se muito mais… mais parecido com uma família.
Estava a habituar-me a este ambiente, foi algo que eu sempre procurara desde pequena.


Espero por comentários, se não receber nenhum, não publico mais capitulo nenhum.
Por isso, vá favor de responder.
Beijinho
Soraia