Dá-nos a tua opinião sobre o filme Amanhecer-Parte 1 AQUI.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

New Sun - 6º Capítulo

Olá meus queridos!
Desculpem a demora mas este Natal foi impossível.
Mas aqui está.
Capítulo 6

Estava emocionalmente e fisicamente cansada. O dia de hoje tinha sido praticamente inacreditável. Deixei a casa do avô Carlisle sem conseguir dizer mais uma palavra.

Tinha de sair dali. Era impossível encontrar as minhas respostas estando tão perto de Jacob. Apesar de saber que era necessário encontrá-las não percebia porque tinha de o fazer longe da pessoa que amava. Bem não era propriamente longe, mas eu já não conseguia estar com ele sem ser como namorada. Nada fazia sentido na minha cabeça.

Jacob ainda me seguiu, tentou falar comigo, mas afastei-o. Quando teve oportunidade não falou. Agora eu não o queria ouvir. Pode ter sido precipitado da minha parte, pois parecia que finalmente ele tinha arranjado a coragem para falar. Mas podia voltar a perdê-la e dizer-me mais coisas que eu não queria ouvir. Não agora. Por isso mandei-o embora. A dor que sentia estando junto dele sem lhe puder tocar estava a”matar-me” por dentro. A ruptura total neste momento era inevitável.

Deitei-me na cama. Finalmente este dia tinha chegado ao fim… pelo menos para mim.

A manhã estava chuvosa. A tia Alice levou-me até à escola.

“Tem um bom dia querida.”

“Obrigada tia. Ah é verdade, hoje não precisas de me vir buscar. Vou a casa do Taylor estudar, ok?”

“Ok. Se mudares de ideias é só dizeres.”

“Mudar de ideias?” questionei-lhe.

Mas ela já tinha arrancado.

Será que ela percebeu que eu estava a mentir? Pensei.

Mas na verdade se o Taylor não se importasse era mesmo isso que ia fazer. Passar o dia com ele. Faltava duas semanas para o final do ano escolar. Na escola já só se falava no baile de fim de ano. Estavam todos contentes e maravilhados com o baile. Eu também estaria se pudesse ir com o Jacob. Para mim, isso era algo que só fazia sentido ir, se ele fosse o meu par. Era com ele que eu sonhava estar nesse dia. Não conseguia imaginar outra cara no seu lugar. Mas isso agora… era praticamente impossível.

Enquanto passava, ouvia as raparigas a explicarem como iam ser os seus vestidos, quem tinham convidado para o baile, e algumas tinham estratégias para conseguirem convencer o rapaz mais giro da escola a irem com elas.

Suspirei.

Depois vi o Taylor. Estava sentado junto da sala de música e estava a ler um livro.

“Olá Taylor”.

“Oh, olá Nessie!”

“O que estás a ler?”

“Bem, é um livro de música. Nada de importante… – e guardou o livro. - Mais animada hoje?”

“Um pouco. Hum… estava a pensar… tens alguma coisa para fazer hoje depois das aulas?”

Ele ficou sério a olhar para mim. Depois de alguns segundos admirado ou talvez confuso perguntou “Nessie, hoje não vais com o Jacob?”

“Não. Eu e o Jacob terminámos.”

“Tu e o Jacob? – depois murmurou para ele muito baixinho provavelmente para eu não ouvir – então era por isso que estava tão em baixo…”

“ Nessie por mim tudo bem.” E sorriu-me docemente. “Podemos ir onde quiseres. “

“Óptimo.”

No final das aulas Taylor esperava-me junto a um carro.

“Então Nessie onde queres ir?”

“Uau! Já tens um carro?”

“Já! Bem, eu tentei dizer-te ontem mas tu nem me deixaste terminar!”

“Ah! então foi por isso que perguntas-te se eu queria companhia para casa!” sorri para ele. “Então vamos lá dar uma voltinha no teu carro!”

E sorriu-me de volta. “Visto que a chuva abrandou que tal irmos até a praia de La Push?”

“A La Push?”

“ Ah Nessie, desculpa! Esqueci-me que o teu namo… o Jacob mora lá.”

Taylor ficou tão vermelho, e estava tão atrapalhado que não consegui evitar rir! Era isso que eu adorava no Taylor. Ele era sempre tão espontâneo! Ao ver-me a rir ele riu-se também, mas ainda um pouco embaraçado.

“Bom e que tal vires conhecer a minha casa?”

“ A tua casa? Por mim tudo bem.”

Taylor também morava em Forks mas do lado oposto da casa do avô Charlie. Recordei que o avô Charlie estava a fazer uma viagem com Sue. Sorri. Em breve era possível que tivéssemos um novo casamento.

Ele continuava sem saber a verdade sobre nós. Ainda esperávamos o dia em que ele nos viesse dizer que queria saber de tudo. Foi por ele que mudámos o nosso estilo de vida e ainda não tínhamos ido embora. Apenas eu continuei a ir à escola. O avô Carlisle com a ajuda de Rose criou uma maquilhagem para fazê-lo parecer mais velho, para assim puder continuar a trabalhar no hospital. Quanto ao papá, à mamã, à Rose, ao Emmett, à Alice e ao Jasper fingiam estar a estudar/trabalhar fora da cidade e só vinham aos fins-de-semana a casa. Como os carros tinham os vidros escuros, os meus colegas nunca sabiam quem na realidade me vinha buscar ou levar. Além de que a maior parte das vezes era o Jacob que tinha esse trabalho. A mãe continuava a falar com a Ângela mas à muito que não se viam. Ângela também tinha mudado de cidade.

“Chegámos!” a voz de Taylor cortou os meus pensamentos.

Taylor vivia numa vivenda. Em redor da casa havia um enorme jardim, tinha um pequeno lago e junto ao lago um banco de jardim. As flores davam uma imensa cor e alegria ao lugar.

“Queres comer alguma coisa?” Perguntou-me.

“Não Taylor obrigada, não tenho fome. Os teus pais estão em casa?”

“Eu só vivo com a minha mãe. E não, ela ainda não está em casa. Passa a maior parte do tempo a trabalhar.”

“Ah, está bem.”

“Vamos até lá dentro?” perguntou-me amavelmente. Reparei que não se sentiu confortável ao falar na família.

Segui-o. A casa tinha um enorme hall de entrada. Do lado direito tinha a cozinha e em frente estava a sala. A primeira coisa que reparei foi que tinha um piano. Fomos até à cozinha, onde ele bebeu um copo de água e de seguida subimos até ao seu quarto.

Era um quarto médio. Tinha vários posters de bandas de música. Na realidade todo o seu quarto ilustrava música.

“Ena, tens uma guitarra! Posso?”

“Claro!” respondeu-me com um sorriso.

“Nessie?” chamou a minha atenção enquanto eu me entretinha a tocar uns acordes na guitarra.

“Sim?”

“Porque é que tu e o Jacob terminaram? Quer dizer vocês pareciam gostar tanto um do outro…”

“É. Às vezes parece que o gostar não chega.”

“Contas-me o que se passou?”

Olhei para ele. Não me apetecia ter de falar no assunto, mas via que ele queria mesmo saber. Era raro Taylor perguntar-me o que quer que fosse da minha vida. Depois de tanta amizade que ele demonstrara para comigo, contei-lhe parte do acontecido.

“Ele terminou comigo. Disse que precisava de tempo.”

Taylor chegou-se junto a mim, pegou na guitarra que eu ainda segurava e colocou-a no chão. Depois pegou-me na mão e olhou-me nos olhos.

“Bem visto que… eu sei que tu…mas…”

“Sim Taylor diz”. E sorri para ele, encorajando-o a falar.

Ele respirou fundo, sorriu e perguntou firmemente.

“Queres vir ao baile de final de ano comigo?”

Taylor Lautner - Sex on Fire

domingo, 27 de dezembro de 2009

As mestiças - 16º capítulo 2º parte

E mais uma parte deste emocionante capítulo.



O seu beijo era assustador. Violento mas apaixonado. Os nossos lábios moviam-se em perfeita sincronia. Entrei em pânico. Isto não podia estar a acontecer. Não era suposto acontecer. Queria afastar-me dele mas não conseguia. Ele tinha-me prendido contra si e eu também não me queria afastar dele. O beijo acabou rápido demais. Fiquei com os olhos fechados mas sabia que ele me observava.
-Isto foi o meu castigo? – perguntei ofegante.
-Sim – respondeu ele.
-Eu aceito isso mais como uma prenda.
Voltei a beijá-lo, e ele a mim, e desta vez não existia violência. Ele empurrou-me contra uma das árvores e tentou tirar-me o pulôver. Afastei-o assustada.
-Não, Seth! – gritei – Não agora!
-Desculpa! Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa!
-Temos que voltar para casa – afirmei. – Daqui a nada está a amanhecer.
-Espera aqui. Não fujas.
Seth recuou para o meio das árvores e quando voltou vinha na forma de lobo.
-Ás tuas cavalitas?
Ele aproximou-se de mim e mexeu a cabeça gigante querendo dizer sim. Baixou-se para me deixar subir. Com um salto já estava no seu dorso. Tinha um pêlo fofinho e quente. Ele começou a andar a uma velocidade mais rápida do que aquela a que eu andaria. Chegámos a casa e já estava a amanhecer. Fui para o meu quarto ignorando os olhares de todos. É claro que todos já sabiam. Edward deve de lhes ter contado. Mas não me importava que Edward tivesse dito. A partir de agora andaria muito mais com Seth. Eles iriam notar.
Fui para o meu quarto e escolhi umas calças de ganga azuis claras e uma camisola de flanela azul clara. Calcei os meus ténis favoritos, que também eram azuis. Desci os degraus e fui há casa de banho para fazer caracóis no meu cabelo. Voltei para cima para buscar a minha mochila e voltei a descer para tomar o pequeno-almoço. Já estavam lá todos: Leah, Embry, Quil, Jacob, Nessie e Seth. Olhei para ele por um breve momento e fui-me sentar ao lado dele. Esme tinha acabado de fazer uma nova dose de ovos mexidos e tirei um bocado. Estava um sol radioso que reflectia no gelo; por isso só podíamos ir nós. Quando acabámos o pequeno-almoço despedimo-nos da nossa família e fomos para a escola. Levávamos o Audi da Leah e o Bugatti da Nessie. Chegámos há escola e cada um de nós foi para a aula. Seth levou-me até há sala de Inglês, de mão dada. Todos os olhares fulminavam as nossas mãos. Queria ver o que é que seriam os boatos agora. Seth e Sophie namoram? Mas foi muito pior do que isso. Dizia-se que Edward tinha lutado com Seth e foi por causa disso que Edward não veio à escola. É claro que Bella também não veio para cuidar de dele. Mas os boatos não ficaram só por aqui. Todos os filhos adoptados dividiram-se em dois grupos. Os do Seth (que era a Leah, Embry, Quil, Jacob, Nessie e eu) e Edward ( Bella, Rosalie, Emmett, Jasper e Alice).
O almoço chegou. Finalmente. Sentia-me toda feita em água por dentro. Quando olhei para as sandes fiquei sem fome nenhuma, por isso só levei uma garrafa de água. Leah estava furiosa com os boatos assim como Nessie. Os outros tentavam não ligar muito ao que os humanos diziam.
-Estou farta – murmurei para Seth. – Mas será que eles não têm mais nada do que falar sobre nós?
Ele não disse nada. Devia estar tão incomodado como eu. Ele adorava Edward. Era como um irmão para ele. Tocou, e agora tinha Cálculo. Naquele momento desejei estar perto de Edward, pelo menos era uma companhia.
A aula decorreu muito devagar. Tentei prestar atenção há matéria, mas em vão. Que seca! Queria ter naquele momento o meu Maserati no parque de estacionamento para fugir dali. A próxima aula seria Francês. Sempre me ri um bocado. Era suposto ter esta aula com Bella, por isso, senti falta de ela não estar ali. Tocou. Aleluia! Corri para o parque de estacionamento e esperei junto ao Audi da Leah. Parecia que eles também estavam desejosos de se ir embora dali, porque vinham num passo apressado. Leah abriu logo o carro e entrámos com alguma pressa. Chegámos a casa vinte e cinco minutos depois. Saí do carro e corri para o jardim. Queria fazer os trabalhos de casa ali. Abri a mochila e comecei a fazê-los. Nessie apareceu para fazer o mesmo. Estivemos muito tempo caladas. Quando cada uma acabou ficámos a olhar para a floresta.
-Quero ir caçar. – afirmou Nessie – Vens?
-Não, obrigada. Cacei ontem há noite.
-OK, até já.
-Até já.
Nessie desapareceu no seu passo dançante, tal como Alice fazia.
Arrumei as minhas coisas e fui para dentro.
-Tu não tens que ligar ao que te dizem, Soph – disse Bella docemente. – Eu sei que é difícil, mas depois habituam-se.
Bella estava a treinar uns passos com Edward na sala de dança. Da sala ao lado Emmett convidou-me para uma partida de póquer. Aceitei.

Capa para a fanfic "As mestiças"

Olá a todos os leitores deste blog!
Queríamos convidar-vos a fazer uma capa para a fanfic "As mestiças". Podem enviar para o mail: ana.teresa.barreiros@gmail.com , e depois o staff do blog irá eleger a que mais se adapta à fanfic.
O concurso está aberto até dia 31 de Dezembro (eu sei que é um bocado em cima da hora, mas confiamos em vocês).
Caso não haja fanfics suficientes (no mínimo 3), podemos adiar o tempo de entrega (mas seria bom a fanfic começar o ano com uma capa).
Não se esqueçam de dizer o vosso nome quando enviarem o e-mail.

Boa sorte!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Novas fots de Noot Shear

As mestiças - 16º capítulo 1º parte

Este capítulo adorei escrevê-lo mas é grande, por isso está bem dividido.
Espero que gostem.



Capítulo 16

Chegámos a casa era quase uma da manhã. A Nessie já estava a dormir tal como os lobisomens. Fui direita para a minha cama e Seth também. Já tinha apagado a luz e pronta a adormecer quando me bateram há porta.
-Falo contigo amanhã, Alice – resmunguei.
-Não é a Alice – disse a voz que estava ao pé da minha porta. – Mas posso entrar?
Era Seth.
-Claro.
Acendi a luz do candeeiro da mesa-de-cabeceira. Ele sentou-se na minha cama e encarou-me por um longo momento.
-Conta-me melhor – pediu ele. – Gostaste de conhecer todos os meus amigos? E a reserva? E o que é que te deu para saltares do penhasco? Ainda…
-Calma! Uma pergunta de cada vez.
Ele ficou há espera que dissesse alguma coisa e suspirei. Vendo que ele estava há espera das minhas respostas, comecei:
-Sim, adorei La Push porque é calma e também gostei imenso dos teus amigos lobisomens e não lobisomens. Quanto ao penhasco juro que não me lembrei e não estava a tentar suicidar-me. É tudo. Foi o melhor fim-de-semana de sempre! E obrigada mais uma vez por me teres levado lá.
Ele ficou há espera que acabasse.
-Há uma semana que já não caças. Queres ir caçar? – indagou com tom de desafio.
-Agora?
-Por que não? Estás com medo de perder?
-De perder o quê? Eu nunca perco nada.
-Uma corrida na floresta. Apetece-me.
Já não estava a gostar muito da conversa. Não era rápida como os lobisomens. De certeza que ia perder. Mas um desafio não fazia mal a ninguém, e também não tinha sono.
-Mas é uma caçada ou uma corrida?
Seth suspirou:
-Vou-te deixar caçar primeiro. Tens 10 minutos a partir de agora para te vestires e caçares alguma coisa. Eu espero lá fora.
Saltei da cama, fui ao roupeiro e tirei de lá umas calças de fato de treino azul escuras com uma risca branca de cada lado. Das gavetas tirei uma T-shirt branca e um pulôver cor-de-rosa. Pronta!
Desci as escadas em dois milésimos de segundo e fui em direcção há floresta caçar. Havia um veado por perto e cacei-o. Voltei ao jardim e o lobo já estava a trotar no jardim divertido.
-É um desafio, certo? Então alguém tem que sofrer as consequências. Tu, portanto – o lobo cor de areia revirou os olhos. – Por isso eu quero que me deixes maquilhar-te quando fores para a escola. Um, dois,… TRÊS!
Desatei a correr para a floresta. Qual é que seria o limite? Não queria saber. Talvez pudesse ser a Baía de Hudson.
-Baía de Hudson, Seth? – perguntei para o ar, mas sabia que ele estava ao meu lado. Eu estava a dar o meu melhor e ele nem por isso. Correr era uma coisa que ele fazia com naturalidade. Tinha que acelerar mais, mas eu já estava no meu máximo. Ouvi ele a acelerar mais e percebi isso como um sim. Eu tinha que correr mais rápido. Muito mais rápido do que ele para poder ganhar. Comecei a avistar água há minha frente. Estava quase a chegar. Ele acelerou ainda mais e ficou a uma distância muito maior de mim. O jogo já estava perdido. Comecei a abrandar aceitando a derrota.
Quando cheguei há baía ele estava na forma humana.
-Eu ganhei! Tu perdeste!
Começou a rir. Não me ri com ele porque estava furiosa. Eu tinha perdido. Agora ia levar um castigo. Que seca!
-Qual é que vai ser o meu castigo?
Seth aproximou-se mim com um ar sério. Não gostei daquilo. Não gostava quando ele ficava sério. Não me descansava. Levantou a palma da mão em gesto de convite. Agarrei a mão dele e depois aconteceu tudo depressa. Ele puxou-me para si com extrema violência e beijou-me.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Bom Natal!

Amor, Amizade, Felicidade, Paz e Saúde!
E muitas prendinhas no sapatinho.
São os votos para todos os Twilighters da equipa do Blog da Renesmee Portugal.

New Sun - 5º Capítulo

Como prometido, aqui esta mais um capítulo hoje.

Comentem, para no futuro fazer mais destas surpresas.




Capítulo 5

Estavam todos reunidos na casa de Carlisle. Parei na entrada. Respirei mais uma vez fundo. A Alice entrou e olhou-me novamente com um olhar encorajador. Estava decidida. Se eles me proibissem de estar com o Jacob iria embora com ele. Sabia que o meu pai estava a ouvir os meus pensamentos, mas assim também ficava claro o que eu queria. Só o Jacob importava agora. Nada mais.

Entrei. Aparentemente estava tudo calmo. Emmett treinava uns passos de boxe novos, a Esme estava junto de Rosalie a ler provavelmente uma fofoca numa revista e a mamã estava junto do pai a ver televisão. O Jacob estava a um canto da sala, bastante pensativo. Alice juntou-se ao Jasper que estava junto da janela de vidro que dava para o jardim. O avô Carlisle não se encontrava na sala.

A cara do meu pai parecia um pouco triste mas era impossível decifrá-la correctamente. Provavelmente estaria assim por ter ouvido os meus pensamentos quando entrei.

Suspirei e sem pensar duas vezes, corri para junto do Jacob e abracei-o com força.

“Como estás? O que é que eles te disseram?”

“Está tudo bem Nessie…” esforçou-se para me sorrir mas o seu olhar estava profundamente triste.

“Eu já estou aqui, agora pudemos enfrentá-los juntos!” disse-lhe com um sorriso encorajador e beijei-o, num beijo curto mas com muito sentimento. Mas com este beijo, percebi que alguma coisa não estava bem.

Senti o papá junto de nós. No segundo a seguir senti as suas mãos sobre os meus ombros.

“O Jacob tem algo para te dizer.” Agora o olhar do meu pai estava diferente, como se tivesse a encorajar o Jacob.

“Podes falar Jacob, estou a ouvir-te.” Disse eu.

Jacob olhou seriamente para o papá.

“Sim Jacob, podes.” Disse o papá, respondendo-lhe a um pensamento.

“Nessie, vens comigo até lá fora?”

“Claro, contigo vou a qualquer lugar.” Disse firmemente e olhei para todos os presentes na sala. O Emmett soltou um largo sorriso, o papá baixou os olhos e a tia Alice sorriu-me, mas tinha os olhos tristes. A minha mãe e a Rosalie mantiveram a sua expressão inexpressiva e Jasper continuava a tentar manter o ambiente calmo.

Estávamos a andar já há um bocado pela floresta e o Jacob continuava sem falar. Não aguentava mais olhar para cara dele, parecia estar a sofrer tanto.

A medo perguntei-lhe. “Jake amor, o que se passa? Fala comigo. Diz-me o que te disseram? Porque estás assim? Não compreendo…”

Jacob silenciou-me pondo um dedo nos meus lábios. Olhou-me nos olhos, acariciando-me a face. De seguida cheirou os meus cabelos e a minha pele; Beijou o meu pescoço, a minha cara, o meu nariz, a minha testa … mas não os meus lábios.

Comecei a ficar com medo do que ele me iria dizer. Por fim abraçou-me.

“Jake eu amo-te…” disse-lhe enquanto ele me abraçava. Já pressentia que ele me ia dizer algo que eu não ia gostar de ouvir, mas simplesmente não queria acreditar.

“Eu sei.” Respondeu por fim. “Eu também te amo. Mas…” parou de falar e suspirou.

“Mas? Jake fala não me deixes mais assim. Fala comigo por favor. Não me deixes nesta agonia.” Toquei com a minha mão no seu peito. Mostrei-lhe todas as imagens que tínhamos vivido juntos. Uma por uma. Mostrei-lhe o nosso primeiro beijo. Vi-o sorrir ao passar essa imagem.

“Renesmee, nós não pudemos mais estar juntos assim.” A voz não lhe tremeu quando falou, mas sentia-o tremer. Ele nunca me chamava Renesmee. Havia alguma coisa muito errada. E eu não queria simplesmente acreditar.

“Como?”

“Pelo menos por agora. Preciso de tempo.”

“Tempo Jacob? Tempo?” – Afastei-me dele. Estava pasmada com as suas palavras. O que tinha mudado apenas numa manhã? – “Tempo Jacob? Eu não acredito. Ok. O que é que te disseram? Como te convenceram a deixar-me? Porque é que o fizeram? Porque é que tu cedeste? Tu pensas-te em fugir comigo. Então vamos fugir. Vamos para onde quiseres. Mas não me deixes. Por favzor não me deixes…”

“Nessie…eu não te vou deixar nunca. Ouve, nós vamos continuar amigos. – Tentou sorrir – Vamos continuar a vermo-nos. Vamos continuar a nossa vida tal como era antes de namoráramos. Nós conseguimos voltar aos velhos tempos!” voltou a tentar sorrir e acariciou-me o rosto. Afastei a mão dele. Não queria que me tocasse. Não assim…

Não consegui conter mais as lágrimas.

“Não Jacob! Eu não consigo! Não agora!”

“Renesmee claro que conseguimos.” Outra vez a chamar-me Renesmee. Ele falava firme, mas sabia que não era isso que ele queria dizer na verdade. Ouvia o seu coração nervoso. Mas porquê? Depois de tudo, ele não podia simplesmente deixar-me. Não assim… Estava praticamente em choque. Não acreditava numa única palavra.

Corri para casa.

“Nessie espera onde vais? Ouve-me! Espera! Deixa-me terminar…”

Entrei em casa de rompante. O pai já estava levantado, como se me esperasse. Claro que me esperava. Ele estava a ouvir os meus pensamentos. A raiva que sentia era tão grande. Sentia-me fora de mim. Até agora sempre me senti a comportar como uma simples humana parva e apaixonada, mas neste momento era o meu lado vampírico que falava. Deixei toda a minha ingenuidade e bondade humana de lado. Estava farta disso.

“Nessie calma. Não é nada do que estás a pensar. Eu não o obriguei a nada.” O papá disse.

“Não? Então como me explicas que ele me queira deixar?

“Nessie, eu não te quero deixar.” Ouvi a voz preocupada de Jacob atrás de mim.

Ri-me. “Mas afinal o que é que se passa convosco? Eu posso ter poucos anos de vida. Mas já não sou uma criança e acreditem que eu sei bem o que quero.” Olhei furiosamente para a minha família presente. Estava capaz de explodir!

A mamã agarrou-se a mim. “Não Renesmee, aqui ninguém te quer separar dele. Esta decisão foi do Jacob, e ele tem as suas razões, para ter tomado esta decisão…”

Calou-se e olhou para o Jacob.

Olhei para ele, confusa mas não foi Jacob que falou. Em vez dele o papá voltou a falar.

“Filha, por favor. Não cries esses pensamentos de ódio. Nós não estamos a impedir-te de estar com o Jacob. Ele poderá estar contigo sempre que quiser… como disse a tua mãe, e como ele tentou dizer-te foi uma decisão dele.”

Porquê? Porque queria o Jacob deixar-me? Tanto o pai como a mãe se abraçaram a mim. Voltei a chorar como uma humana parva e apaixonada. A dor voltara a crescer no meu peito. Não sabia o que tinha acontecido mas estava muito magoada com a falta de coragem do Jacob para lutar por mim. Não sei o que o fez ver que afinal não queria estar comigo.

Agora também não importava.

Olhei para Jacob, mas ele continuava calado, com uma expressão de sofrimento tão grande que me fazia ceder, esquecer que ele não me queria como namorada, e lutar. Lutar pelo amor dele, fazê-lo ver que era possível, que isto podia resultar.

“Jacob? Diz-me só porquê?...” a minha voz não passava de um murmúrio.

Ele demorou a falar. “Não te quero longe de mim… mas…”

“Não me queres como namorada, já sei.” Completei. Vi uma lágrima escorrer-lhe pela cara.

Não conseguia aceitar isto. Dizia que me amava, mas não tinha coragem sequer de me dar uma boa explicação para querer que terminássemos.

Desviei os olhos dele, e encostei a cabeça no peito frio do meu pai. Ele abraçou-me com força.

“Jacob, tens a certeza que não queres dizer mais nada à Renesmee?” o papá perguntou-lhe enquanto me abraçava.

Não o ouvi falar. Não olhei para ele. Cobarde. Depois ouvi a voz suave do meu pai.

“Filha, não duvides que o Jacob gosta muito de ti. Dá-lhe o tempo necessário para que ele possa organizar as suas ideias. Os vossos destinos estão cruzados. Ninguém vos vai separar se tu assim o quiseres. Aproveita o tempo que ele pede, também para pensares no que sentes realmente. Eu sei que algo te tem atormentado ultimamente.

Quero que percebas primeiro, o que tanto te anda a angustiar. Quero que entendas o que vai no teu coração.”

Pensei uns momentos no que ele me tinha acabado de dizer. Era verdade.

Ultimamente algo me estava a preocupar, mas não encontrava respostas para isso….E era isso que eu tinha de descobrir… a questão era: como?

(Amanha não vai haver Capítulo, pois é Natal, terça-feira tb vai sair dois capítulos....BOM NATAL!)

New Sun - 4º Capítulo

Olá meus queridos!
Como prometido vou publicar 2 capítulos.
Espero que gostem.
Boa Leitura e comentem, a Chloe agradece.


Capítulo 4

“Rose o que é que vão falar com o Jacob?”

Rosalie tranquilamente, olhou-me e disse:

“Não foi nada bom o que fizeste. O teu pai… bem ele já estava a tentar aceitar o vosso namoro e agora já não sei o que te diga.”

Estava prestes a chorar de novo.

“Rose não percebo porquê tudo isto agora… quis vê-lo, pronto… não avisei fiz mal. Concordo. Mas era preciso o meu pai reagir assim? Só o fiz aquilo porque amo realmente o Jacob. Amo-o tanto. E não tens noção como tinha saudades de o ver…”

“Eu sei querida mas devias ter mais calma. É difícil para os teus pais aceitarem que já és uma mulher. Porque apenas passaram 6 anos desde que nasceste. Infelizmente eles não te imaginam como uma jovem adulta. Crescente demasiado rápido para eles. Mas sei que o teu pai sabe que o Jacob é ideal para ti, mas dá-lhe tempo para se mentalizar. Sabes os pensamentos do Jacob também não ajudam… fugir contigo? Onde é que ele tinha a cabeça?! E não me leves a mal, mas eu também acho que tu e o Jacob deviam dar um tempo. Devias aproveitar melhor a tua infância. Ter a certeza se é ele quem realmente queres…”

“Não Rose, tu também não por favor…” já não aguentava mais. Não queria voltar a chorar. Abri a porta do carro e saí.

“Nessie, espera eu...” ainda ouvi Rosalie dizer. Mas não me voltei.

Entrei a correr na escola. Não conseguia, não queria ouvir mais nada.

Sentei-me num banquinho junto ao campo de futebol. Ainda faltavam alguns minutos para tocar. Tinha de me recompor até lá. Voltei a imaginar a cena de há pouco. Sinceramente não estava nada arrependida do que fiz. Mais um dia afastada do Jacob, e podia ter cometido uma loucura pior. Pensei no que o pai tinha dito e que a Rose voltara a referir, “ele quer fugir contigo…” fechei os olhos com força e coloquei as mãos à frente da cara. Se era a única forma de ficar com Jacob então iria com ele. Eu fugiria com ele. Por muito que isso me custasse. Por muito que custasse afastar-me das pessoas que mais amava.

“Nessie?” Alguém interrompeu-o os meus pensamentos. Tirei a mãos da frente da cara e abri os olhos. “Taylor...” não conseguia falar. Abracei-o à procura de algum consolo e compreensão.

“Nessie! Queres-me contar o que se passa?”

Abanei a cabeça em sinal de negação.

Ele suspirou e continuou simplesmente a abraçar-me. Era isso que mais gostava no Taylor. Nunca insistia quando eu não queria falar nem fazia perguntas. Ficava ao meu lado, ou a falar de algo que me fizesse rir, ou cantarolava muito baixinho a canção que cantou para mim no primeiro dia de aulas. A sua voz acalmava-me e ele sabia isso. Taylor era sem dúvida o meu melhor amigo, (depois do meu Jacob claro!) tinha cabelo escuro quase preto, um pouco espetado e desalinhado. Tinha uns maravilhosos olhos verdes. A sua pele era clara e era alto. Tinha um corpo bem definido e um bonito sorriso. Mas o que mais me encantava nele, não era a sua beleza mas a sua presença de espírito. Estava sempre animado e fazia-me constantemente rir.

Depois adorava música tal como eu. E havia uma coisa, que nunca tinha dito a ninguém e muito menos pensado em frente do meu pai. O cheiro dele. O cheiro do sangue dele, era muito agradável. Em geral, todos cheiravam bem para mim, principalmente o meu Jacob, mas o cheiro do Taylor de alguma forma também era especial. Por vezes demasiado agradável. Mas, nem me passava pela cabeça morde-lo, nem sequer pensava nisso, até porque o meu pensamento estava sempre em Jacob.

O toque da campainha soou, afastando os meus pensamentos. “Nessie sentes-te melhor para ir para aula? Se preferires podemos ficar aqui.”

“Não Tay. Vamos para aula. Obrigada mais uma vez.” Sentia-me ligeiramente melhor e esforcei-me para lhe dar o meu melhor sorriso.

A manhã parecia que não tinha fim. Até a aula de educação física que eu tanto gostava, estava a demorar a passar.

Só tenho de esperar mais uma hora. Depois já posso ir para casa. Mais um pouco de paciência. Pensei para mim.

Finalmente soou a campainha. Finalmente ia para casa.

“Nessie?” Taylor estava na porta da minha sala, á minha espera. sorriu abertamente quando me viu sair. Retribui-lhe o sorriso.

“Sim, diz.”

“O Jacob vem buscar-te, hoje?”

“Bem acho que hoje não.” E ao ouvir o nome dele senti-me triste. Mas evitei mostrá-lo a frente de Taylor. Não queria que ele ficasse novamente preocupado.

“Bem se quiseres faço-te companhia para casa. Eu tenho…” interrompi-o.

“Desculpa Tay, mas hoje não é bom dia para isso. Talvez para uma próxima. Desculpa.”

“Oh Nessie não tens que me pedir desculpa. Tudo bem, fica para uma próxima vez.” Voltou a dar-me o sorriso que eu tanto gostava. Beijou-me a face e foi embora.

Respirei fundo.

Alice esperava-me no seu Porshe 911 turbo amarelo. Tive dificuldades em entrar no carro, estava rodeado de miúdos que tiravam fotografias com os telemóveis, enquanto que os miúdos mais tímidos, cochichavam entre si. Por ser como sou, conseguia ouvir os seus “uaus!” ou então as frases típicas como “mas que bomba”, “olha-me para este carrão, quem me dera ter um carro destes”. Ignorei-os e lá consegui passar.

Entrei no carro de olhos baixos. Alice arrancou, não se importando nada da atenção que tinha. Não tive coragem de dizer o que quer que fosse. Só queria ver Jacob. Queria ter a certeza que ele estava bem.

A Alice quebrou o silêncio.

“Então Nessie como correu a manhã?”

Olhei para ela incrédula. Como é que ela era capaz de falar da escola numa situação destas? Inacreditável.

Não lhe respondi á pergunta e em vez disso ataquei-a com outras perguntas.

“Como está o Jacob? O que lhe disseram?” Porque é que não pudemos estar juntos?”

Ela suspirou. “Nessie, nós gostamos muito de ti. O teu pai e a tua mãe querem muito ver-te feliz…”

“Sabes como eu vou ser feliz? Interrompia-a. - Com o Jacob! É ele que eu quero! Só com ele posso ser feliz.” Gritei-lhe já com as lágrimas a escorrem-me na cara.

Ela não respondeu, e eu continuei.

“Porque é que é tão difícil aceitar isto? Ele sempre esteve connosco. Ele sempre tomou conta de mim. Sempre me protegeu. Sempre fez parte da minha vida. Porquê isto agora? Porque é que me afastam dele só porque namoramos? Quando me tratava como uma irmã mais nova ninguém o impediu. Sempre foi bem recebido e nunca houve qualquer problema. Porquê, porquê? Porquê agora?” as lágrimas corriam cada vez mais pela minha face.

Lá estava a dor no peito outra vez.

Alice parou o carro. Abraçou-me e disse.

“Nessie, sei que é impossível afastar-vos. Estou do teu lado miúda! Vou ajudar-te.”

“Tia!” sorri. Muito obrigada! Nem sei como te agradecer.”

“Enxuga essas lágrimas. O que vem a seguir não vai ser fácil. Tens de ter força. E não te esqueças, estou do teu lado. Vou ajudar-te, aconteça o que acontecer. Mas tens de ser forte.”

“Tia… viste alguma coisa de como vai correr a conversa?”

“Não querida… não consigo ver o vosso futuro…” pareceu-me que ia acrescentar mais alguma coisa, mas acabou apenas por sorrir.

Saímos do carro. Respirei fundo. Finalmente ia saber qual era conversa que todos tinham tido na minha ausência.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

As mestiças - 15º capítulo 4º parte

Esta é a última parte deste capítulo.
Agora, tenho várias coisas a dizer: 1º vou de férias, por isso postarei a fanfic dia sim, dia não; 2º espero que compreendam a minha situação e desculpem-me por não postar todos os dias como tenho feito nos últimos tempos; 3º espero que gostem desta última parte (juntei um bocadinho de Lua Nova nesta parte).
Por isso, amanhã não postarei nada, mas depois de amanhã vão ter uma parte do 16º capítulo.




-Bom-dia meninos! – exclamou Sue à porta do quarto – O pequeno-almoço já está na mesa.
Sue fez ovos mexidos e panquecas. Tinha chocolate derretido e compota de morango para servir de recheio às panquecas. Seth comeu para cinco pessoas e eu uma pequena quantidade de tudo um pouco. Os ovos mexidos eram mesmo bons.
Fui mudar de roupa ao quarto da Leah. O Seth disse para eu vestir um fato de banho porque queria ir saltar do penhasco. Vesti um fato de banho desportivo azul-escuro, vesti uns calções de praia e uma T-shirt cor-de-rosa. Quando cheguei à sala ele já tinha uns calções de banho vestidos e mais nada. Olhou para mim e fez uma careta.
-Vais assim? Isso tudo só para saltar de um penhasco? O que é que a Alice te fez? Uma lavagem ao cérebro?
Abanei a cabeça em sinal contraditório.
-Vamos? – perguntei.
-Sim – disse ele.
-Divirtam-se! – exclamou Sue atrás de nós.
Andámos calmamente até há praia e depois subimos o penhasco. A altura era descomunal e a água não era nada convidativa. Fiz uma careta ao olhar para baixo.
-Tu primeiro – disse eu.
Ele foi para trás para ganhar balanço e saltou fazendo piruetas no ar. Exibicionista na perfeição. Despi os calções e a T-shirt e saltei. Há medida que me aproximava da água lembrei-me que não sabia nadar. Perfeito!
-Seth! – tentei gritar. Mas a água entrou para os meus pulmões.
Fui levada por uma corrente e bati numa rocha. Tentei agarrar-me a ela. Precisava urgentemente de oxigénio mas não o encontrava. A corrente estava muito forte. Umas mãos quentes agarraram-me e puxaram-me para cima. Consegui respirar. Estava tudo bem. Seth levou-me para a areia e deitou-me nela.
-Podias ter-me dito que não sabias nadar! – ripostou ele furioso.
-Só me lembrei quando estava a saltar – admiti.
-Chega de saltos por hoje! Não vais voltar a saltar enquanto não souberes nadar! – disse ele.
Comecei a rir-me dele. Parecia um pai a dizer ao filho que não devia tirar objectos pessoais das pessoas.
-Qual é a piada? – perguntou.
-Nada, nada – disse rapidamente.

***
Tomei banho e já estava pronta. Ficámos para almoçar, por isso fomos despedir-nos de Sam, Emily e Billy. Depois voltámos a casa de Seth para almoçar. A Sue cozinhava mesmo bem. Seth comeu, comeu, comeu. Depois pegou nas minhas coisas e nas coisas dele, despedimo-nos da mãe dele e partimos.
-Foi bom – disse eu quando entrámos na auto-estrada.
Ele acenou com a cabeça e acrescentou:
-Excepto a parte em que quase te afogaste.
Dei uma gargalhada.
-Sim, essa parte não foi bonita. Mas de resto adorei. Da próxima vez trazes-me às tuas cavalitas.
-Da próxima vez? – perguntou.
-Sim, da próxima vez. Achas que eu vinha cá uma vez e nunca mais voltava a pôr cá os pés? Eu não sou dessas pessoas!
- Então, gostaste mesmo?
-Claro! – disse.

Novo cabeçalho

Olá meus queridos!
Se reparam, temos um novo cabeçalho do blog e umas novas cores.


A rapariga com imenso talento que me ajuda imenso nisto dos cabeçalhos para blogs é a Rose e queria agradecer-lhe por tudo, já que não é o primeiro blog que ela me ajuda no cabeçalho.

Muito obrigada Rose.

Sendo assim temos uma nova imagem no blog. Queria saber a vossa opinião sobre esta nova mudança. Gostaram? Ou gostavam mais do antigo em tons rosa? Fico á espera das vossas opiniões.

New Sun - 3º Capítulo

Olá meus queridos!
Aqui está o 3º capítulo da fanfic da Chloe.
Espero que gostem e comentem, a Chloe agradece.

Capítulo 3

Abri a porta da minha casa ainda de mão dada com Jacob. Só a minha mãe se encontrava na sala. Estava sentada no nosso sofá lendo uma revista. Entrei a medo mas como estava junto a Jacob não demorou até me sentir mais segura. Ela colocou a revista em cima de uma pequena mesa levantou-se e olhou-me. Não conseguia perceber a expressão da sua cara. Tinha um olhar sério, inexpressivo.

Ia começar a falar mas Jacob adiantou-se.

“Bella onde esta o Edward?”

“O Edward não esta aqui. Mandei-o para a casa do Carlisle e da Esme. Voltará quando o chamar”. Senti-me ligeiramente mais aliviada mas não gostei do tom de voz da minha mãe ao responder ao Jacob. Ela não desviou o olhar de mim mesmo quando respondeu ao Jake.

“Jacob faz-me o favor de esperar lá fora. Ou vai dar uma volta. Tenho de falar com a Renesmee.”
“Bella, eu não vou deixar a Nessie sozinha”

Ela deixou de me fitar e olhou-o com olhar inumano.

“Jake vai por favor. Espera-me na entrada. Deixa-me falar com a minha mãe. Vai por favor.”

Ele olhou-me com um ar preocupado e ainda não muito convencido beijou-me a testa, e saiu.

“Mãe eu…” a mamã interrompeu-me antes de eu acabar.

“Renesmee porque fizeste isto? Nós confiamos em ti quando te deixamos sozinha. Não tens noção de como ficou o teu pai quando voltamos a pouco e viu a tua cama vazia, a casa vazia. Não sabíamos o que pensar. Nem a Alice sabia para onde tu tinhas ido. Bem eu imaginei que só poderias ter ido ter com o Jacob. – Fez uma pausa, olhando seriamente para mim - O teu pai está como louco! Fui eu que o impedi de ir atrás de vocês e fazer sabe-se lá o quê com o Jacob. Convenci-o a ir falar com a Alice para se acalmar e não fazer nenhuma loucura. Mas se continuas a comportar-te assim não sei o que fazer mais para acalmar o teu pai.”

Sem conseguir olha-la nos olhos disse.

“Mãe foi a primeira vez que fiz isto. Vocês praticamente proibiram-me de o ver. Não aguentei mais. – Olhei de novo para ela – “Tu tens de me compreender. Sei bem que não conseguias viver sem o pai…” antes que eu pode-se terminar ouviu-se um estrondo enorme lá fora como se várias coisas enormes tivessem caído, ou alguma coisa as tivesse feito cair. “Jacob” pensei.

Saímos disparadas.

“Pai! Pará!” Jacob estava no chão e junto a ele umas quantas árvores derrubadas.

Estava prestes a transforma-se em lobo e se isso acontece iria haver uma luta. Tinha que os parar a todo o custo.

A mãe agarrou o pai com todas as suas forças.

“Edward, eu não te disse para esperares em casa do Carlisle?”

“Bella, tu não tens noção do que este idiota estava a pensar sobre ele e a Renesmee!”

Eu corri para junto de Jacob. Estava fora de si. Nunca o vi tão nervoso nem tão irritado.

Olhei-o já com as lágrimas nos olhos e quando me olhou de volta senti que já se estava a acalmar-se.

Segundos depois estavam junto a nós toda a minha família. Emmett estava junto ao papá também a segura-lo e Rosalie veio ter comigo. Alice e Jasper e Carlisle foram também para junto do papá e a Esme veio para junto de mim.

Não consegui esconder mais as lágrimas. “Pai porque é que fizes-te isto?” Olhei novamente para Jake. “ Estás bem? Não estas ferido?” e abracei-o. Ele devolveu-me um abraço apertado.

“Tira as mãos de cima dela!” ouvi o papa gritar descontrolado novamente tendo agora também Jasper e Carlisle a segura-lo.

“Ele quer fugir contigo. Ele quer levar-te para longe de nós!!! Ele quer raptar-te!” A cada palavra que dizia mais descontrolado estava.

“Edward calma por favor. Tu não queres fazer isto. Não queres magoa-lo, acalma-te. Vamos resolver isto.” Carlisle disse olhando nos olhos do papá.

O meu choro começou a ficar mais compulsivo e dor que sentia no meu peito era cada vez maior. Estava a perder as minhas forças. Agora sabia o que os humanos sentiam, agora percebia o que era esta dor, agora percebia o que era realmente chorar por amor.

Foi a vez de a Esme falar. “Está quase na hora da primeira aula da Nessie”. Depois olhou-me com o olhar doce e acrescentou: “Querida vai lavar a cara. A Rosalie acompanha-te até a escola no seu carro para não te atrasares mais. Jacob, tu ficas connosco para falarmos. Bella querida leva o Edward até lá dentro até se acalmar. Emmett vai com eles.

“Avó Esme, eu não quero deixar o Jacob sozinho por favor…” não me deixou terminar.

“Não vai acontecer nada ao Jacob querida, prometo-te. Estará aqui quando voltares. Agora tens de ir a escola, não te esqueças que estás a terminar. Jacob por favor”. E olhou para ele como que a pedir ajuda.

“Sim Nessie, a Esme tem razão querida. Hoje só tens aulas de manhã. Daqui a pouco tempo estás aqui. Vai ficar tudo bem. Vai.” Beijou-me. Ainda ouvi o rosnar furioso do meu pai mas não lhe prestei atenção. Enxuguei as lágrimas e fui com a Rosalie.

(Espero que tenham gostado. Já que estamos em época natalícia amanha vai haver uma surpresa, e em vez de apenas ser publicado um capítulo, será publicado dois. )

Nova Poll: "Qual o teu Volturi favorito?"

Olá meus queridos!
Está aberta a próxima sondagem e esta é sobre qual é o teu Volturi favorito.
Tu podes escolher aquele que te mete mais medo ou achas o poder mais forte que até gostarias d ter, mas se achares que os Volturi são um bando de palhaços que se armam em espertos e metem as pessoas a obedecerem-lhes por serem poderosos (lol...adorei esta parte..xD), então podes também votar não gosto de nenhum.

Fico á espera dos vossos votos.

Mais uma Poll que terminou

Olá meus queridos!
Hoje trago-vos os resultados na Poll que esteve a decorrer: "O que achaste do filme Lua Nova?"
E aqui estão os resultados:

Qual a vossa opinião sobre os resultados?

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O que Jake disse em Quileute

Acho que todos os que viram o filme morreram de curiosidade para saber que o que Jake tinha falado em quileute antes do “quase-beijo” entre ele e Bella, mas não apareceu nas legendas!

Pois bem, as palavras kwop kilawtley significam eu amo-te.

Fonte

(Adaptado)