Dá-nos a tua opinião sobre o filme Amanhecer-Parte 1 AQUI.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nova história a caminho!

Olá! Eu e mais uma amiga minha estamos a preparar uma história para voçês. Está muito para breve.
Depois de publicarmos o primeiro capitulo, fico há espera de comentários. Se ninguém deixar, deixamos a história. Se aparecerem comentários, iremos publicar mais capitulos e depois também ficaremos á espera que mandem opções de capas para um e-mail (mais tarde referido). O nome da história também será dito mais tarde como aviso.

Espero que a história depois esteja ao vosso agrado.

Beijos,
Soraia

Parabéns Michael Sheen!

Hoje o nosso querido Michael Sheen (Aro Volturi) faz 41 anos.



O Blog da Renesmee deseja-lhe os parabéns.

New Sun - 31º Capítulo

Olá meus queridos!

Quero comentários!!! A Chloe agradece!

Capítulo 31

Versão da Nessie

“Bem o teu namorado tem uma força… fora do normal…”
“Não é assim tão fora do normal… Ele só é grande… mas magoou-te muito?”
Tinha de avisar o Jake que não podia ser tão bruto… ou ainda punha tudo em risco… enfim… homens…
“Estou só um pouco dorido…”
“Precisas de alguma coisa?”
“Preciso que me digas o que aconteceu em minha casa… porque fugiste daquela maneira…”
Ok, agora eu, é que tinha de ficar calma… tinha de parecer convincente… mas talvez ainda conseguisse mais algum tempo, e evitar a conversa….
“Vou buscar qualquer coisa para comeres… e gelo para pores onde estás dorido…”
Mas Taylor agarrou-me de uma forma inesperada pelo braço, e de forma bruta, que me deixou assustada… ele nunca reagiu assim comigo… nunca se enervava nem se alterava… Por momentos não reconheci o meu melhor amigo…
“DIZ-ME… o que aconteceu…” disse de uma maneira rude, que nunca existiu nele, pelo menos para mim.
“Taylor… tem calma… O que se passa contigo? Nunca me trataste assim…”
Ele largou-me rapidamente, e os seus olhos mostravam um profundo arrependimento. Taylor estava diferente…nervoso, agressivo... Alguma coisa estava a deixa-lo naquele estado, mas o quê?
“Desculpa Nessie… eu ando um pouco alterado ultimamente… não tenho dormido muito bem…”
“Mas o que se passa? Podes confiar em mim… os amigos são para isso….”
“Eu sei… desculpa… ando com problemas em dormir… mas tu não tens culpa… eu só queria saber, porque reagiste daquela maneira quando viste o meu sangue… parecia que…”
“A Nessie é um pouco intolerante ao sangue… desde pequena… sempre que o vê entra em pânico…”
Voz do papá surgiu junto á porta. Vi o seu olhar fixar-se em Taylor e depois em mim.
“Taylor este é o meu … irmão mais velho. Edward.”
“Prazer em conhecer-te Taylor. A Nessie fala muito em ti.”
“Olá.” Taylor disse com a voz a tremer ligeiramente. A maneira como olhava para o papá não era de medo… embora eu tivesse a certeza que não podia evitar senti-lo… mas parecia de algum modo impressionado ou talvez fascinado…
“Vejo que já conheces a minha casa. Vivo aqui com a minha mulher. Bella Cullen. Mamã entrou em seguida. “ Mas sei que já a conheces.”
Taylor assentiu. “Olá Bella.”
“Olá Taylor.”
Jacob entrou a seguir a mamã e foi para o meu lado. O olhar de Taylor e o de Jacob cruzaram-se por breves momentos, e senti alguma tensão das duas partes.
Peguei a mão de Jacob, e olhei para ele para que ele parasse de provocar Taylor com o olhar.
“Bem eu vou andando…” Taylor disse.
“Já? Não queres ficar para comer alguma coisa?” a mamã perguntou amavelmente.
“Agradeço, mas não tenho fome. Vou para casa. Eu ligo-te Nessie…”
“Está bem… e descansa por favor… Pareces-me mesmo em baixo…” disse-lhe.
Ele não me respondeu mas sorriu-me. A expressão de Taylor estava triste e abatida… temi que se passasse alguma coisa grave com ele. E fiquei preocupada… muito preocupada…
Quando ele saiu não consegui conter-me mais.
“Papá… o que é que o anda a preocupar?”
O papá já estava a espera que eu perguntasse… mas não me respondeu tão rapidamente como eu estava a espera… estava com uma expressão estranha… parecia confuso ou talvez desiludido.
“Edward, amor… estás bem?” a mamã perguntou preocupada.
O papá suspirou. “Eu não sei o que o preocupa…”
“Não sabes?” Perguntei espantada.
“Não consegues ler os pensamentos dele?” perguntaram Jake e a mamã ao mesmo tempo.
“É estranho….” O papá continuou. “Eu conseguia ouvir o que ele estava a pensar antes de ele me ter visto… depois de me ver a mente dele ficou em branco… como se não pensasse em nada…”
“Estás a dizer que deixas-te de poder ler os pensamentos dele, mas só quando ele te viu?” a mamã perguntou.
“Sim…”
“E o que ele estava a pensar antes?” Perguntei-lhe na esperança de tentar perceber o que o atormentava.
“Ele estava a pensar no dia em que sentis-te vontade de beber o sangue dele reviveu todo esse momento… o estranho é que de alguma forma, ele tinha a certeza das tuas intenções… e quando eu falei a mente dele ficou em branco… não conseguia ouvir nada…”
“Mas como é que isso é possível?” perguntei ainda sem puder acreditar…
“Não faço ideia.” O papá disse desiludido.
“Nessie, e antes de isto acontecer… Como correu a conversa com ele?” a mamã perguntou-me.
“Também não correu melhor… eu mostro-vos…” coloquei a minha mão no peito da mamã e do Jake. O papá poderia ver pelos pensamentos.
“Incrível, mas como é que ele tem tanta certeza que nos viu? Se tinha levado com um pau na cabeça? A alguma coisa errada nesta história. Ele não me inspira confiança nenhuma.” Jacob disse entre surpreendido e irritado.
“Da mesma maneira que ele tinha a certeza que a Nessie desejava o seu sangue…” o papá disse pensativo… “não percebo… esse miúdo sabe mais do que mostra…”
“Achas que de alguma forma ele sabe quem somos?”
“Não posso dar certeza…” o papá disse tristemente. Depois olhou seriamente para a porta.
No mesmo instante o Quil entrou para nossa casa, com um ar nervoso e preocupado.
“O que é que aconteceu?” perguntou Jake em seguida…
“O Sam… está descontrolado…”
Saímos todos atrás dele, para saber o que se passava…

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Capa para a fanfic "As Mestiças"

E finalmente consegui acabar!
Espero que gostem (fiz com muito carinho, e por favor, digam a verdade, se gostaram, ou não).


A frase diz: "Ele olhava para mim da mesma maneira que a Renesmee descrevia quando Jacob olhava para ela: como um cego olha para o sol."

O fanart que foi enviado para a capa "As Mestiças"

Podemos só ter recebido uma, mas mesmo assim achei justo postar a única (e muito bem feita) "capa" para a fanfic "As Mestiças".
Obrigada Diana!


New Sun - 30º Capítulo, 2ª Parte

Olá meus queridos!

Quero comentários!!! A Chloe agradece!

Capítulo 30

Parte 2

Versão da Leah

“O meu nome é Leah…”

“Tens um nome lindo, quase tão lindo como tu…”

Voltei a corar… sentia-me tão parva por me deixar levar por umas palavras de um rapaz que mal conhecia e que provavelmente estava a brincar comigo… com os meus sentimentos…

“Vais de viagem?”

“De viagem? Porque dizes isso?” disse ainda enfeitiçada pelo seu olhar penetrante.

“Porque levas uma mala às costas… e parece-me ser uma mala de viagem…”

Senti-me ridícula… com aquela situação até me tinha esquecido da mala… da minha decisão… da minha partida…

“Sim… Estou de partida.”

“Que pena… tens mesmo de ir? Eu gostava mesmo de te conhecer…”

Fiquei sem reacção porque ele me puxou para mais perto dele. Tão perto que conseguia sentir a sua respiração… quente e ofegante… o meu coração disparou novamente… a sua boca estava cada vez mais perto da minha… os seus braços envolviam a minha cintura fortemente.

Um lado meu queria lançar-se para aqueles lábios e esquecer tudo… mas outro lado lembrava-me de todo o sofrimento que tinha passado com o Sam… por isso instintivamente a minha mão cravou-se em punho, pronta para lhe bater.

Tarde de mais… os seus lábios tocaram tão suavemente os meus que todo o meu corpo estremeceu… fui invadida por um turbilhão de emoções… e deixei cair os meus braços sem forças ao longo do meu corpo… senti-me de repente tão fraca que não consegui desfrutar do beijo da maneira que gostaria…

Então ele afastou-se de mim…

“Desculpa… não sei o que me deu… podes não acreditar mas nunca senti isto por ninguém… nem saio por aí a beijar raparigas…” senti-o a corar. Agora conseguia ouvir também o seu coração bater apressadamente.

Queria falar mas as minhas palavras saíram mudas…

Mas quem era este rapaz que me fez sentir tudo isto? Que me fez baixar todas as minhas defesas? Que deixei que me beijasse sem sequer o conhecer? Isto há uns tempos atrás nunca teria sequer acontecido…

Estremeci. Depois ficou tudo escuro. E deixei de ver o seu olhar que me deixava de alguma maneira presa a ele.

***

Quando acordei estava deitada na areia. Esforcei-me por me lembrar o que me tinha acontecido… aos poucos lembrei-me que tinha resolvido ir embora … mas aquele sitio parecia-me conhecido… continuava na praia de La Push.

Levantei-me lentamente olhando em volta. Já tinha amanhecido.

Olhei para o mar ainda confusa com o que me tinha acontecido.

E então vi que não tinha sido um sonho… o rapaz que me fizera sentir um turbilhão de sentimentos de uma só vez, estava no mar a surfar… de uma maneira magica. Com uma firmeza incrível nos seus movimentos… enfrentava as enormes ondas sem medo e com um ânimo incrível.

Depois recordei o beijo que me tinha dado… e voltei a sentir a cara subitamente quente. Por uns momentos arrependi-me de não ter desfrutado melhor daquele mágico beijo, pois sentia que não ia voltar a acontecer…

Levantei-me e preparei-me para me ir embora… embora todo o meu ser quisesse ficar ali a vê-lo surfar…

Quando se apercebeu que eu já estava de pé veio a correr para ao pé de mim.

“Bom dia, dorminhoca!”

“O que me aconteceu?” Perguntei-lhe desajeitadamente. Não percebia porquê junto dele ficava tão nervosa…

“Eu também gostava de saber… Desmaiaste nos meus braços… tive medo que fosse alguma coisa grave… mas depois percebi que estavas bem. Que apenas precisavas de dormir um pouco.”

“E como te apercebeste disso?”

“Porque sou estudante de medicina… a tua pulsação estava normal… percebi que sofreste uma emoção forte… e que a culpa foi minha… e peço desculpa por isso. Prometo que não volta a acontecer.” Disse-me com firmeza e com a voz mais doce do mundo.

Depois começou a tirar o fato de surf e vi o seu peito com uns músculos espectacularmente bem definidos e a sua pele dourada bronzeada pelo sol… reprimi um suspiro. E evitei continuar a olhar para ele… parecia impossível eu me sentir assim… descontrolada!

Em poucos segundos estava novamente vestido e secava agora o cabelo com a toalha.

“Bem está na hora de voltar. O meu primo já deve estar preocupado. Tu sempre vais embora? Sabes que eu adorava que não tivesses de ir…” calou-se subitamente ao olhar para mim. Como que tivesse prometido a ele mesmo que a noite anterior não se voltasse a repetir. Teria sido um erro?

Ia responder-lhe mas alguém se sobrepôs á minha voz.

“Kevin!”

Olhamos os dois para a voz que o chamava.

Era o Quil.

“Desculpa… Estive a apanhar umas ondas…”

“Sabia que só podias estar aqui…” depois olhou para mim.

“Leah!” Quil disse surpreendido. “Vejo que já conheces o meu primo.”

“Ele é teu primo?”

“Tu conhece-la?” Dissemos ao mesmo tempo.

Quil olhou para nós erguendo o sobrolho. “Aconteceu aqui alguma coisa?”

Ficamos os dois embaraçados sem saber o que dizer. Foi então que alguém corria na nossa direcção, a chamar por nós.

“Ainda bem que vos encontro.”

“O que se passa Jared?”

“A Emiliy voltou a piorar… preciso da vossa ajuda para acalmar o Sam… ele praticamente destruiu o quarto de hospital, assustou umas quantas enfermeiras… o Paul e o Seth e o Collin conseguiram tira-lo de lá antes que chamassem a policia… o Embry ficou a tranquilizar as pessoas no hospital, mas o Sam continua descontrolado… Preciso principalmente da tua ajuda Leah…”

“Da minha? Porquê?”

“Porque foste tu que o trouxeste de volta… e por alguma razão, ele só te ouve a ti… vou a procura do resto da minha alcat… dos nossos amigos…” Vi-o olhar para Kevin, e percebi porque não terminou de dizer a palavra alcateia, por ele estar ali. E então percebi que ele não sabia o que o primo era….o que eu era… o que nós éramos…

“Quil vai chamar o Jacob… toda a ajuda é preciosa.”

Quil assentiu. “Sabes onde ele está Leah?”

“Se não estiver em casa, está em casa da Nessie.”

"Claro… Kevin vai para casa ok? Daqui a pouco, vou ter contigo.” E saiu dali a correr.

Jared também saiu a correr.

“Bem o tal Sam, está mesmo mal… e precisa da tua ajuda… E agora? Sempre vais ficar?” perguntou-me sorrindo como se soubesse a resposta.

“Sim, parece que vou ter de adiar a minha partida…”

“Óptimo!” Ele não conseguia esconder o entusiasmo. O seu sorriso estava mais alegre que nunca. Beijou-me a face e pegou na prancha para ir embora. Eu respirei fundo ainda sentido o seu doce beijo na minha bochecha.

Depois concentrei-me. Tinha de voltar a ajudar o Sam… e por momentos voltei a lembrar a dor de ter de voltar a estar perto dele. Porque apesar do que se passou aqui, apesar de todos os sentimentos que me invadiram numa só noite… o Sam de alguma maneira ainda estava no meu coração. Mas este novo sentimento fazia-me sentir de algum modo mais reconfortada, e de alguma maneira inacreditável… amada…

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

As mestiças - 19º capítulo 2º parte

Fiquei muito triste ao só ter recebido um fanart. Mas, têm que me dar tempo para fazer a capa porque nesta altura tenho muitos testes.
Estou a pensar talvez no Domingo dar-vos mais um capítulo para ler.
Não se esqueçam de comentar!


-Resumidamente, – começou Bella – eles querem em primeiro lugar a Sophie. Depois querem-me a mim, ao Edward e a ti. Se eu e o Edward aceitarmos, a Nessie também pode entrar. Querem principalmente duas baixas: Emmett e Jasper, portanto eles querem uma luta. Eles sabem que o meu escudo não é físico, é só mental. Isso vai ser um problema.
-Bastante grande – concordou Rosalie.
-Eu vou ver como é que ela está – disse Seth. A sua voz estava demasiado calma. Obviamente um disfarce. Por dentro, ele devia estar todo desfeito.
-Vai – concordou Esme. – Boa noite, querido.
-Boa noite – despediu-se ele.
No segundo a seguir ouvi uma porta a bater.
-Entra, Seth – convidei-o.
Ele abriu a porta devagar. Como não ouvi mais barulho nenhum, levantei-me para ver o que se passava. Ele ainda estava com a porta na maçaneta a observar-me relutante. Suspirei e depois assegurei-lhe:
-Não vou ter nenhum ataque de fúria, por isso podes entrar.
Ele deu um meio sorriso, mas este não chegou aos seus olhos. Estes estavam tristes, cheios de dor e tristeza. Sentei-me na cama e encostei as costas há parede.
Ele sentou-se há minha frente e percebi que estava a tentar controlar as suas emoções.
-Vou ter saudades tuas, Seth – murmurei. Aquilo soava a uma despedida. Seria melhor agora, do que depois no final de tudo.
-Nunca digas isso – afirmou ele. – Eu morreria por ti.
-Eu vou morrer por ti e pela minha família.
-Não, não vais.
-Vou, sim. Ambos sabemos que sim. Se eu morrer agora, pelo menos não vou dar aos Volturi a sensação de glória.
-Pois não – confirmou ele. – Mas ias dar-nos a sensação de perda, e isso é horrível. Acredita que sei o que é.
Acenei com a cabeça. Ele também já tinha perdido o pai há uns anos atrás. Já tinha perdido a sua humanidade mortal. Ele já tinha perdido muita coisa, mas eu seria a perda total. Se eu morresse, seria o buraco negro ao qual ele se sentiria sugado, ou seja, se eu morresse, ele também morreria. E para ele, seria mais fácil morrer. As lágrimas começaram a escorrer-me pelos olhos e eu não consegui pará-las.
-Desculpa – murmurei. – Eu sei que vai ser muito difícil para ti, mas eu tenho que fazer isto. Eu tenho que morrer.
A minha voz falhou na última palavra. Senti uns braços quentes a abraçarem-me e um peito quente, onde eu me poderia aconchegar. Tentei afastá-lo, mas não consegui. Assim iria ser mais difícil a separação. Tentei afastar-me mais vezes, mas dei a luta por terminada. Ele estava a usar a sua força extrema, e eu não conseguia demovê-la.
-Tu não vais morrer! – assegurou-me ele – Eu não vou deixar.
-Seth…
-Não vale a pena. Eu não vou deixar e ponto final.
-Tu não me podes impedir. Eu prefiro morrer por ti, do que tu por mim.
Ele finalmente afastou-se de mim, segurando a minha cara com as duas mãos. Olhou para mim, mas eu fechei automaticamente os olhos. Não queria ver a dor naquele rosto tão belo e quente para mim. Eu tinha que morrer por ele. Se ele morresse… Estremeci toda só de pensar nisso. Pobre Leah! Pobre Sue! Elas não iriam ultrapassar a perda de Seth. Isso, eu tinha a certeza. E a alcateia? De certeza que também não. Todos iriam ficar a perder se Seth morresse. Se fosse só eu a morrer… não haveria tanta angústia. Eu já fazia parte de uma família, mas eles tinham séculos para ultrapassar isso. OK, vamos pensar melhor. Eu não poderia morrer, Seth não poderia morrer, assim como a minha família e a dele (que abrangia a alcateia). O que é que poderia fazer? Tecnicamente nada. Podia esconder Seth! Não seria uma boa ideia. Ele nunca gostou de ficar de fora. Mas, e se fosse um pedido meu? Era capaz de resultar!
-Seth?
-O que foi, Soph?
-Tu… tu farias qualquer coisa por mim, não farias?
Ele pareceu confuso, mas senti-o acenar afirmativamente com a cabeça. Decidi abrir os olhos e enfrentar aquele rapaz que eu tanto amava. Tinha razão, o seu rosto estava mais confuso que o olho de uma tempestade.
-E também farias qualquer coisa que eu pedisse, não é verdade?
-Soph, que conversa é essa?
-Responde há minha pergunta! – exclamei irritada. Erro. Eu não devia ter mostrado que estava irritada.
Ele afastou-se rapidamente de mim, com medo e angústia. Oh, não! Outra vez, não! Não aguentava ver os olhos dele a mostrar a angústia que ele sentia por dentro. Mas tinha que ser forte. Respirei fundo e voltei a fechar os olhos.
-Eu não te vou matar!
Abri os olhos rapidamente. Ele estava a pensar em quê? Eu nunca lhe pediria isso! Nunca pediria a nenhum membro da nossa família para fazer tal coisa.
-Não foi isso que eu pensei! – disse-lhe calmamente.
Saltei da cama e fui ao seu encontro. O seu corpo estava todo a tremer. Sorri docilmente para ele.
-Não te vais transformar, pois não?
Avancei mais para ele e dei-lhe um beijo na face. Como eu pensava, ele relaxou imediatamente.
-Eu só estava a pensar se me fazias um favor. Então, respondes há minha pergunta ou não? – sussurrei-lhe ao ouvido.
-Qual é o favor?
Isto já me estava a irritar. Mas eu tinha mesmo que saber a resposta. Aquilo não era uma resposta, era uma maneira de dar a volta há situação. Como não haveria maneira de lhe tirar a resposta a bem, decidi tirar a mal. O jogo ia começar!
Afastei-me imediatamente dele com um ar ofendido e de rejeição. Fui bater no roupeiro com alguma força, mas não suficiente para o partir.
-Tu não farias – cuspi-lhe rudemente. – Não por mim! Como é possível!
-Desculpa! – pediu ele.
Aproximou-se mais de mim e eu encolhi-me. Estava a dar resultado.
-Se calhar nem tiveste a porcaria da impressão natural por mim! Como é que eu poderia saber? Só porque me juras amor eterno?
Ele estava a passar de ressentimento a confuso e eu saberia que já estava prestes a passar para esclarecimento.
Encostou as duas mãos no roupeiro e eu fiquei entre elas. Olhei para aqueles olhos lindos. Mais um erro. Os seus olhos estavam fogo. Parecia que via as labaredas nos seus olhos. Senti o desejo que o seu corpo emanava. Uma parte de mim queria beijá-lo imediatamente, mas a outra era mais racional. A parte racional queria a resposta. E era isso que eu iria fazer. Saber a resposta, com a ajuda da parte irracional. Encolhi-me mais contra o roupeiro e baixei o olhar. Deu resultado. Ele inclinou-se demasiado para mim e encostou a sua face há minha.
Os seus lábios beijaram a o lóbulo da minha orelha. Ele respirou fundo. A sua face roçou outra vez a minha até os seus lábios encontraram os meus. Beijou-me com doçura. Não resisti e meti os braços à volta do seu pescoço e intensifiquei o beijo. De um momento para o outro os nossos lábios moviam-se em sincronia e eram urgentes. Ele começou a mover-se para trás, mas eu prendi-o mais. Ganhei impulso e meti as minhas pernas há volta da sua cintura, acabando por o fazer cambalear. Enrolei as minha mãos no seu cabelo e apertei-o mais para mim. Como se isso fosse possível! Senti umas mãos a passarem-me nas costas e tremi de prazer. Ele começou a andar para a frente até que cai na minha cama.
Então tudo se repetiu como na noite em que tinha voltado de Otava.

Nova Staff

Olá, eu sou a Soraia, sou nova no blogue :) Tenho olhos castanho, cabelo castanho, sou baixinha (não muito). Principal adoração: a Diversão, adoro estar com os meus amigos, adoro cantar, dançar, adoro sair á noite, adoro a chuva, adoro o Inverno, adoro ver filmes, adoro a televisão, adoro o cinema. Amo ler, principalmente a Saga Luz e Escuridão, amo inventar histórias e escreve-las em folhas soltas. Não gosto da escola, não gosto quando as pessoas pensam que sabem sempre tudo e no final não sabem nada, não gosto de estudar, não gosto que me ignorem, não gosto da praia nem de piscinas. Maior medo: o Mar. Fantasia: seguir o meu sonho. Sonho: ser o que mais me fascina. Bem, praticamente isto sou eu.

New Sun - 30º Capítulo, 1ª Parte

Olá meus queridos!

Não tem havido muitos comentários....então??? Não estou a gostar!!! Toca a comentar que a Chloe agradece e muito!

Capítulo 30


Parte 1

Versão da Leah

Fiquei a vê-la partir, feliz por voltar para junto da pessoa que amava. Desejei-lhe toda a sorte e felicidade com Jacob. Eles mereciam ser felizes. Um amor tão grande devia ficar junto para sempre…

Eu sonhava que um dia essa felicidade de amar e ser amada me batesse á porta.

Mas até lá, tomei a decisão que não me ia deixar abater. Era jovem, bonita, inteligente e merecia ser feliz. Longe de Sam, longe de La Push.

“Vou-me embora… é isso… vou sair daqui… para bem longe…”

Fui para casa e arrumei as minhas coisas. Seth não estava em casa. Melhor assim… não ia conseguir dizer-lhe que me ia embora. Sorri ao ver uma foto de quando éramos pequenos. Estávamos tão felizes… nesta altura não havia preocupações nem problemas. Tudo era fácil de resolver. O nosso sorriso era puro e verdadeiramente feliz.

Quando remexia numa das minhas gavetas deparei-me com umas fotos que nem me lembrava que ainda existiam… uma minha com Sam, na altura que começamos a namorar. Ele estava a olhar para mim com ar verdadeiramente apaixonado… e eu sorria para ele, com um olhar terno e cheio de amor. Recordei sem conseguir controlar todas as palavras doces que ele me disse… e todas as juras de amor que me fizera… Na foto seguinte estava eu e a Emily abraçadas e muito cúmplices. Recordei as nossas aventuras juntas, a amizade que nos unia… as confidências que fizemos uma á outra… as alegrias e tristezas partilhadas…

Sem me aperceber estava de novo a chorar. Lembrei-me do que a Emily me tinha pedido… Poderia eu negar um último pedido da pessoa que um dia foi a minha melhor amiga?

Enxuguei as lágrimas. Voltei a guardar as fotos na gaveta. Fechei a gaveta e com ela fechei o meu passado. Não ia voltar a sofrer… não ia voltar a chorar. Ia á procura da minha felicidade. Bem longe daqui…

Acabei de arrumar as minhas coisas e dei uma olhadela pela casa. A minha mãe continuava de viagem com o Charlie… Gostaram tanto de viajar que resolveram ficar mais uns tempos… Depois lembrei-me que, se eu fosse embora, o Seth ia ficar sozinho. Senti um aperto no coração. Mas ele já era praticamente adulto. Ia sobreviver. Escrevi-lhe uma nota a dizer que ia embora… que o amava… e que não se preocupasse comigo.

Olhei uma última vez para minha casa, e perguntei-me se algum dia voltaria. Sorri. Agora isso não tinha importância. Fechei a porta decidida. Não voltaria a olhar para trás.

Resolvi, antes de me transformar e me meter pela floresta dentro a correr sem rumo, dar uma última volta pela praia. Respirei fundo sentindo a brisa fresca do mar.

Fechei os olhos uns segundos sentindo o ar fresco a bater-me na cara. A praia aparentemente estava vazia. Ainda era de noite, e em poucas horas iria amanhecer. Contemplei a lua dali uma última vez. Comecei novamente a andar, e voltei a fechar os olhos.

De repente tropecei em alguma coisa… ou melhor em alguém, porque ouvi um grito. “Ai!”

“Oh, peço imensa desculpa. Não o vi…”

Como a lua brilhava mais que o normal naquela noite, pode ver com clareza a sua cara. Era um rapaz, aparentemente com a mesma idade que eu. Tinha uns olhos azuis da cor do mar e um cabelo negro como a noite, curto e ligeiramente despenteado… e eu estava praticamente em cima dele. O seu olhar cruzou-se com o meu e o meu coração bateu descontroladamente. Senti a minha cara corar de repente. Esperava que ele não tivesse reparado…

Foi a sua voz doce que me fez voltar á realidade…

“ Estou a adorar ter-te me cima de mim… mas importas-te só de sair de cima da minha perna? estás a esmagar-ma… só um jeitinho…” e sorriu-me.

“Oh desculpa…” Voltei a corar, levantei-me rapidamente e comecei a andar. Não estava a conseguir controlar os meus sentimentos á frente dele… e incompreensivelmente o meu coração não parava de bater.

“Hei! Espera…”

Senti que a mão dele agarrava a minha e voltei a olhar para ele.

Agora podia ver o seu corpo bem definido e musculado. Controlei um suspiro.

“Posso ao menos saber o teu nome?”

“Porque o queres saber?” Disse desajeitadamente.

Ele sorriu… um sorriso tão lindo que me cortou o coração… nunca tinha sentido nada assim, desde que… me apaixonei pelo Sam… mas sinceramente esta sensação parecia completamente única e nova…

“Bem gostava de conhecer a rapariga que caiu praticamente do céu em cima de mim, e me esmagou a perna…”

“Já te pedi desculpa… deixa-me ir…”

Mas ele tinha a sua mão bem agarrada a minha… e eu, não tinha forças para a tirar dali… a minha mão recusava-se a deixar de sentir a sua suave pele.

"O meu nome é Kevin. Vim de férias para cá. E estou em casa de um primo… Faço surf e adoro a praia… embora aqui não faça muito bom tempo… mas as ondas são maravilhosas… como os teus lindos olhos… Posso saber agora o teu nome?” e voltou a sorrir.

________________________________________________________
Nota de autor:

A Leah não teve a impressão natural ;)
Bjinho e espero que tenham gostado! ;)

Chloe

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Fan Made de "Amanhecer"

Fã do Mês de Março (Perguntas)

Olá meus queridos!

Agora que já sabemos quem é o Fã do mês de Fevereiro, está na hora de anunciar as próximas perguntas para o Mês de Março!

Para o Mês de Março escolhi como tema: Os Lobos!

E as perguntas são as seguintes:

1. Qual a tua opinião sobre os Lobos?
2. Qual o teu lobo favorito? Porquê?
3. O que achas da impressão natural?

Regras:
E para serem considerados Fã do Mês de Março, é muito simples. Basta responderem ás perguntas anteriores indicando o número da pergunta com a respectiva resposta á frente.
Para serem avaliadas têm que responder ás 3 resposta e não apenas a 1 ou a 2, mas sim a todas. Após a data de encerramento das respostas, elas serão avaliadas por um staff do blog e assim escolheremos o fã com as melhores respostas ás 3 perguntas.
Para mostrar-mos no blog quem é o fã do mês, devem meter o vosso nome (primeiro e último) e juntar em anexo, juntamente com as respostas, uma foto vossa, se não quiserem que esteja uma foto vossa no blog, o staff que ficará responsável por escolher o fã desse mês, manipulará uma foto sobre o tema desse mês e meterá o nome do fã do mês. Enviem as vossas respostas para: renesmeecullenpt@gmail.com

Data de encerramento: 28 de Fevereiro!

Ficamos á espera das vossas respostas!

Renesmee Portugal

New Sun - 29º Capítulo, 1ª e 2ª Partes

Olá meus queridos!

No capítulo anterior não houve nem um único comentário....então??? Não estou a gostar!!! Toca a comentar que a Chloe agradece e muito!

Capítulo 29

Parte 1

Versão do Jacob

“O que estás aqui a fazer?”

“Vim falar com a Nessie…”

“A Nessie está a dormir. Volta noutra altura.”

“Não vou sair daqui sem falar com ela.”

Miúdo irritante… sempre atrás da minha namorada… devia ensiná-lo onde fica o lugar dele…

“Nessie! Nessie!”

“Pára de gritar estúpido! Já te disse que ela está a dormir…” comecei a empurra-lo mas ele não recuava nem por nada…

“E eu já te disse que não saio daqui sem falar com ela… Nessie!” voltou a gritar.

Senti que ela se mexia no sofá. Se não o tirasse dali ela ia acordar.

Desta vez empurrei-o a sério e ele caiu no chão. Mas fez um estrondo enorme quando caiu e o seu grito de dor ecoou pela casa. A Nessie acordou num salto.

“Jacob? O que se passa?”

Parte 2

Versão da Nessie

Alguém estava a chamar por mim… mas estava tão cansada… queria dormir…

“Nessie!” a voz continuava a chamar por mim. Depois ouvi um estrondo, seguido de um grito de dor. Foi inevitável abrir os olhos.

“Jacob? O que se passa?”

Vi Taylor caído no chão. Levantei e corri para o levantar.

“Jake! Que estás a fazer?”

Jake olhou para mim irritado e afastou-se do Taylor.

“Estás bem? O que estás aqui a fazer?” perguntei a Taylor.

“Eu precisava de falar contigo… Por favor, vamos conversar…”

Sabia o que ele queria falar comigo…e sabia que não podia evitar esta conversa… mas depois lembrei-me que Taylor não conhecia a minha verdadeira casa… mas então…? Como…?

“Taylor… como… Como chegas-te até aqui?”

Vi que a minha pergunta também tinha captado a atenção de Jacob. Tal como eu, ele não se devia ter lembrado que Taylor apenas devia conhecer a casa do Carlisle.

Vi que o apanhei de surpresa. Ele ficou nervoso sem saber o que dizer.

“Bem… eu…”

Jacob veio para junto de mim afastou-me de Taylor, pondo-se entre mim e ele.

“Quem és tu?” foi a pergunta que Jacob lhe fez.

“Eu vi que vocês vinham para aqui… e segui-vos…”

“Ele está a mentir Nessie.” Refutou Jacob.

“Não, Nessie, não estou…”

Fiquei confusa… “viste-nos onde?” perguntei-lhe.

“Eu estava perto da casa do Dr. Carlisle. Bati mas não estava ninguém… depois resolvi passear pela floresta… eu sei que gostas de caminhar de manhã… e foi então que vos vi…”

“Ele está a mentir Nessie!” Jacob voltou a insistir. “ Se ele nos seguisse nos tínhamos dado conta…”

Jacob tinha razão… nos teríamos notado… mas eu não tinha razão para desconfiar de Taylor… ou tinha? Além de que eu e o Jacob vínhamos entretidos a namorar pelo caminho… é possível que não tenhamos notado… não?

“Tinham dado conta como? Foi isso que aconteceu… eu segui-vos… mas também o que isso interessa? Temos de falar Nessie… sobre o que se passou na minha casa.”

Jacob olhou subitamente para mim desconfiado. “ O que se passou na casa dele, Nessie?”

Pois com tanta confusão esqueci-me que ainda não tinha contado ao Jake o que se tinha passado… sentia a cabeça pesada. Estava extremamente cansada.

“Jake, eu já te conto…” e discretamente coloquei a minha mão no seu peito e mostrei as imagens… “deixa-me falar com o Taylor.”

Jacob ficou preocupado quando viu as imagens, mas não disse nada para que o Taylor não se apercebesse de nada. Beijou-me levemente os lábios e saiu.

“Eu espero aqui fora… e tu miúdo… não te estiques…”

(Por favor comentem......se não já sabem: Não publico!)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Nova Poll: O que achaste das séries portuguesas sobre vampiros?

Olá meus queridos!
A Poll deste mês é a vossa opinião sobre as séries de vampiros portuguesas que estrearam á pouco na SIC e na TVI, nisto estou a falar de:
(TVI)

(SIC)
Nesta sondagem podem votar se gostaram ou não das série ou então qual a que gostaram, ou mesmo se não viram.
Ficamos á espera dos vossos votos!
bjs,
Renesmee Portugal

Terminou mais uma Poll: Qual o teu lobo favorito?

Olá meus queridos!
Terminou a Poll: Qual o teu lobo favorito?
Eis os resultados:



Aconteceu umas "coisinhas" aqui no blog, por isso tive que cancelar os primeiros resultados, mas nisto somasse e vê-mos o total:

Então:

Total de votos apurados: 102

Jacob: 74

Paul: 2

Seth: 26

Como podem ver, o lobinho favorito é: o Jake (a sério? Não estava nada á espera...lol)

Espero que tenham gostado!

bjs,

Renesmee Portugal

New Sun - 28º Capítulo, 2ª Parte

Olá meus queridos!

Mais um capítulo!

Capítulo 28

Parte 2

Versão da Nessie

Enquanto eu vestia a camisola, sem conseguir olha-lo por me sentir demasiado envergonhada para enfrenta-lo, ele sentou-se novamente na cama e senti o seu olhar cravado em mim.

“Agora vamos conversar.” Disse-me sem tirar os olhos de mim. “Explica-me o que foi isto…”

Levantei o olhar decidida a enfrenta-lo, mas logo perdi a coragem ao ver que o olhar dele estava estranho. Como se estivesse desiludido comigo. Estremeci. Senti-me novamente envergonhada e desiludida comigo própria… mas o erro já estava feito… agora só podia tentar emenda-lo… e esperar que ele me perdoasse…

Respirei fundo e comecei.

“Eu vim ter contigo esta noite. E quando eu cheguei aqui, vi a Leah deitada nos teus braços… praticamente despida…”

“Ela não estava despida…” disse interrompendo-me.

“Mas na altura não foi isso que vi! Põe-te no meu lugar! Vias-me deitada ao lado do Taylor e sem calças… o que pensavas?” disse sobrepondo a minha voz á dele.

“Ok… Então, achas-te que tive relações com ela…” parou de falar a olhou-me ainda mais intensamente e com um tom de voz desapontado.

Respirei fundo.

“Ela deu conta que eu estive aqui e foi atrás de mim. Explicou-me o que realmente se tinha passado aqui, e agora sei que não foi nada... Mas eu também percebi que havia algo inexplicável entre vocês. E praticamente obriguei-a a contar-me. Já sei que dormis-te com ela, há uns anos atrás.”

“E agora achas que eu só estou contigo, porque quero ir para a cama contigo?” disse de uma forma fria sem emoção, que me fez estremecer.

“Não…claro que não… Mas a verdade é que não consegui deixar de pensar que talvez sentisses necessidade disso. Sabias que eu estava com dúvidas… que não estava preparada… ela já esteve contigo… conhece-te bem... o que me garante que vocês não voltam a querer estar juntos? Eu só queria… queria… que…”

Jacob olhou-me no fundo dos meus olhos, e pela primeira vez os olhos dele não tinham o calor e o brilho que eu tanto gostava… Senti-me triste. E tão… tão arrependida…

“Nessie… o que se passou entre mim a Leah, faz parte do meu passado. Um passado que não me arrependo, mas que não quero, simplesmente, lembrar. A Leah é a minha melhor amiga… ajudou-me e a ajuda-me quando eu mais preciso. Mas já não existe qualquer sentimento físico ou romântico ou atractivo entre nós. Eu só te vejo a ti… tu és o centro da minha vida. A minha razão de viver… Não percebo, como ainda dúvidas… não sei que mais te posso dizer…”

Agora já não tinha forças para olhar para ele. Sentia-me a pior pessoa do mundo. Deixei o cabelo cair a frente da cara, para ele não ver a vontade que eu tinha de chorar.

“Eu não tenho dúvidas que me amas.” Disse-lhe por fim com a voz a tremer. Em poucos segundos senti os seus calorosos braços a abraçarem-me com força. Enterrei a minha cara no seu peito. Depois ele aproximou a sua cara do meu ouvido e sussurrou-me.

“É claro que eu quero muito estar contigo, mas não assim. Não porque eu quero, mas porque nós queremos. Sem pressas nem pressões. O teu amor chega-me para me sentir realizado. E eu vou esperar por ti… até te sentires preparada. E prometo fazer-te a pessoa mais feliz do mundo…”

Ele afastou-me o cabelo do meu pescoço e percorreu com o seu hálito quente todo o meu pescoço.
Eu não merecia tanto amor… não merecia as palavras doces dele. Mas deixei-me levar pelo seu confortável abraço e pelo amor imenso que os seus gestos me transmitiam. Ele levantou-me a cabeça, enxugou-me as lágrimas e beijou-me. Um beijo tão doce e tão carinhoso ao qual me entreguei totalmente como sinal de desculpas. Ele sorriu, acariciou-me tão suavemente o corpo como se fosse seda. O toque fez-me estremecer, e Jake sorriu amavelmente para mim, voltando a beijar-me. As minhas mãos entrelaçaram-se no seu pescoço.

Quando viu que as coisas estavam a aquecer demasiado afastou-se lentamente de mim.

“Queres comer alguma coisa?” disse-me com o sorriso caloroso que eu tanto amava. Tínhamos a respiração irregular e o coração a bater descontroladamente. Tentei acalmar-me.

Abanei a cabeça e voltei a puxa-lo para mim.

“Tens a certeza?” perguntou-me.

“Tenho a certeza que te amo.” Disse-lhe num sussurro. Voltamos a beijar-nos apaixonadamente. Deitamo-nos um ao lado do outro, muito abraçados. Desfrutei ao máximo o tempo que podia estar junto dele. Em breve teria de ir para casa. E assim que os primeiros raios sol começaram a entrar pela janela, eu comecei a mexer-me impaciente por saber que tinha que ir, Jacob disse-me carinhosamente. “Está na hora de ires para casa… não é? Eu levo-te…”

“Sim… Mas antes de irmos, achas que podíamos tomar o pequeno-almoço, juntos?”

“Pequeno-almoço a sair!” disse a sorrir. Pegou-me ao colo e levou-me até á cozinha.

***

Quando chegamos a minha casa, vimos que não estava ninguém. Tinha uma nota da mamã, a dizer que estavam com o Nahuel e que tinham ido caçar.

“O Nahuel está cá?” perguntou-me Jacob surpreendido.

“Sim… encontrei-o hoje na floresta quando… bem ele está em viagem e resolveu passar por cá.”

Jacob não me respondeu. Sentou-se no sofá e acendeu a TV.

Sentei-me ao lado dele e subitamente percebi que esta exausta. Não era de estranhar. Ainda não tinha conseguido dormir. Encostei a minha cabeça ao seu ombro e adormeci sentido o seu calor reconfortante junto a mim…

Não me apercebi que no mesmo instante alguém bateu á porta…