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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Capítulo 35, New Life

(Irei continuar a postar, conclui que não seria justo para os que seguem a minha fanfic, deixar de a postar. Esta fanfic continuará, a continuação desta logo se verá.)

Capítulo 35
Bianca
Era como se ele estivesse a brincar comigo, aproximava-se beijava o meu pescoço e voltava a afastar-se, tudo isso em menos de um segundo e estávamos nisto à horas, se ele queria atacar-me, que pelo menos se despacha-se!
- Pára com os jogos, por favor! – Gritei, entre soluços.
- Porquê, meu doce? Não gostas? – Voltou a sorrir.
Antes que eu pudesse responder, senti mais uma vez os seus lábios gelados e duros no meu pescoço.
- Estás a ficar sem tempo! Eles devem estar a chegar? – Cuspi furiosamente as palavras.
Ele deixou de sorrir e meditou nas minhas palavras por um segundo.
- Tu para uma rafeira, és inteligente.
Senti novamente os seus lábios que começaram a subir, depois a descer e pegou em mim, novamente com os lábios no meu pescoço. O meu coração batia descompassadamente.
- Para te sentires melhor, eu vou fechar a janela. – Sorriu, deitou-me sobre a cama e foi até às enormes janelas.
- Eu nunca me irei sentir melhor! És nojento! – Gritei, levantando-me.
- Quando acabar o que tenho de fazer, mais desejar mais e vais implorar. – Disse com um sorriso, mais um!
- Quem te dera!
- Tenho que mudar os teus gostos, meu doce. Tu tens sérios problemas de bom gosto.
Ele desapareceu e quando voltou a aparecer, estava em cima de mim, deitado na cama, beijava o meu pescoço e ia descendo.
Comecei a sentir o meu corpo quente, muito quente. Demetri parou e olhou para mim chocado.
Quando ele se afastou o meu corpo começou a arrefecer, voltando à temperatura normal.
- O que aconteceu? – Perguntou surpreendido.
Não respondi, sabia, mas ao mesmo tempo não sabia o que se passava, era estranho sentir o meu corpo tão quente, quando sentia assim uma temperatura, era quando estava com o meu amor.
Assim que pensei nele arrependi-me, esta era uma gigantesca traição, podia ser contra a minha vontade, mas mesmo assim era uma traição, ou se não o fosse, eu sentia isso na mesma e ainda por cima, fui raptada depois de me chatear com ele!
Eu não podia fazer-lhe isso.
Este corpo, o corpo que eu habitava, pertencia-lhe, ele não era meu, era dele, apenas dele.
Mais uma vez estava presa nos meus pensamentos, quando senti os seus lábios gelados na minha pele, e mais uma vez quando dei conta, estava deitada na cama, com ele a fazer o antigo processo, beijar o meu corpo.
Porquê é que ele não se limitava a conceber a criança?!? Era para isso que estava aqui!
O meu corpo começou novamente a aquecer e desta vez também a tremer, ele não parou, limitou-se a continuar.
Em poucos segundos, ele rasgou a minha roupa e atirou-a com um abafado som para o canto mais remoto do quarto, os seus lábios desciam cada vez mais, e em consequência o meu corpo aquecia e tremia de uma maneira anormal. Sabia que se ele não se afastasse, o meu processo ia acabar e eu me iria tornar uma loba, tentava sem sucesso, manter a calma, parar de tremer, mas não conseguia, era mais forte do que eu.
Demetri voltou a sorrir-me e eu sabia que ele estava prestes a acabar o seu trabalho, o meu coração parecia que ia saltar do peito.
Tentava manter a minha mente sã, depois disto, depois da criança nascer, talvez eles me matassem e eu nunca mais tivesse que enfrentar Seth, não o iria conseguir.
Nesse instante a porta voou, Demetri saiu de cima de mim e eu consegui ver quem era.
- Alec. – Suspirei.
Demetri investiu sobre ele, mas antes de o apanhar, ficou desorientado, Alec veio até mim, despiu a sua capa e entregou-ma.
- Desculpa, eu não percebi que era uma cilada.
- Não tens que pedir, tu disseste que podias não me conseguir proteger. – Levantei-me.
- Alec. – Disse com tom de reprovação Aro.
Olhei e vi que ele estava acompanhado por Felix, Jane, Caius, Marcus e por outra vampira que estava sempre com ele.
- Mestre, este é o meu trabalho! – Alec colocou-se à minha frente.
- Tu contaste-lhe tudo, eu mando e esse já não é o teu trabalho, se não te importas sai e deixa o Demetri acabar o trabalho. – Os seus olhos mostravam fúria.
- Eu tinha que ganhar a confiança dela. – Desculpou-se Alec.
- E apaixonaste-te pela mãe dela. Um Volturi não se apaixona! Leva-a para o salão. – Fiquei eu e Alec no quarto.
- Desculpa se te arranjei problemas. – Sentia-me mal.
- Não te preocupes com isso. Eles não me vão fazer nada, sou demasiado precioso para isso, mas agora vai-te vestir, temos que ir para o salão.
Fui até à porta onde era o meu guarda-roupa e abri-o pela primeira vez, era maravilhoso, percebi que só tinha vestidos, suspirei e vesti um.
Fomos em silêncio para o salão, Alec parecia tranquilo, mas mal entrou no salão, ficou tenso.
- Estás tão bonita. – Disse-me Aro.
Vesti um vestido, que me dava pela coxa, azul. Não lhe respondi.
- Então vamos ao que nos levou aqui, minha querida.
- Mestre, acha melhor chamar o Nahuel? – Perguntou a pequenina Jane.
- Seria uma óptima ideia, se soubéssemos onde está. Tenho a certeza que os teus familiares e amigos o sabem. – Disse-me.
- O que fazemos? – Perguntou Caius.
- Meu irmão, neste momento, tratamos deste assunto. – Sorriu ao seu irmão. – Minha querida, pelo que sei, tu já sabes a verdade toda. Sabes o porquê de estares aqui, o que nós queremos e o que sentimos. – Sorriu-me e depois olhou reprovadoramente para Alec.
Continuei parada.
- Então não precisamos de esconder mais. Tu vais fazer isto e tudo que eu quiser! – Disse com um tom ameaçador, pela primeira vez.
Estremeci. Ouviu-se uns pequenos sons vindos dos corredores, ficaram todos apreensivos, excepto Alec.
- Estás salva. – Sussurrou e percebi o sorriso na sua voz.
- Ah? – Perguntei confusa.
Antes que saísse qualquer som da sua boca, a porta principal foi arrebentada e de lá entraram os meus lobos, acompanhados pelos Cullen e por outros vampiros.
Os meus olhos e do lobo cor de areia, encontraram-se e senti os meus olhos molhados. Seth de repente desviou o olhar como se tivesse sido chamado.
- Meus queridos, sejam bem-vindos. – Disse Aro, Seth rugiu.
- Aro, receio que não o possamos dizer. – Falou Edward, ignorando os rugidos agora de Seth e Quil.
- Edward, meu querido. Eles são lobos, nossos inimigos, não podes estar contra a tua espécie! – Era como se um pai repreendesse o seu filho prodígio.
- Quando precisamos, eles ajudaram-nos e a menina Ateara é como se fosse da nossa família.
Nesse preciso momento, alguém pegou em mim, olhei sobressaltada e percebi que era Emment.
- Olá, lobita. Tinha tantas saudades. – Disse-me, com um enorme sorriso, mas consegui perceber que por de trás daquela boa disposição, estava raiva.
Abracei-o fortemente, estava a levar-me para a beira dos nossos amigos, deixando Alec para trás.
- Espera um bocadinho. – Disse ao meu vampiro favorito.
Saltei para o chão e fui até Alec.
- Obrigada por tudo. Anda para a nossa beira. – Peguei na sua mão.
- Eu continuo a ser um Volturi. – Olhei para ele. - Protegi-te, porque era o meu dever, mas eu não sou ficar contra os Volturi. – Largou a minha mão, beijou-a e começou a caminhar para a beira de Aro, que estava com um grande sorriso.
Caminhei novamente para a beira de Emment, que me esperava com o seu característico sorriso, não resisti e sorri também.
Em menos de um segundo, estava entre os lobos e os vampiros amigos.
- O que fizeram com o Nahuel, meus queridos? – Inquiriu Aro.
- Infelizmente tivemos que o matar. – Respondeu Edward com um sorriso.
- O que queriam da Bianca? – Perguntou uma vampira loira-avermelhada.
Estremeci, era um assunto que não queria que soubessem, não por apenas vergonha, mas estava ali Seth e ele já estava nervoso o suficiente, fui ter com ele.
- Queríamos apenas mostrar à menina Ateara, como os vampiros são melhores do que os lobos. – Riu-se e vi Edward ranger os dentes.
Ele de certeza, que estava a ver tudo pela mente de Aro, olhou para mim, depois para Seth e finalmente, para o Mestre dos Volturi.
- Como foi capaz? – Edward estava incrédulo.
- Meu querido, preferias que utilizássemos a tua linda filha? - Edward e Jacob rugiram. – Era o que eu pensava.
- Vocês não mandam! Vocês não estão acima de ninguém! – Gritou um vampiro alto.
- Nós somos a lei. – Disse Caius.
- Receio que tenhamos que matar um de vós parar ficar equilibrado, vocês mataram o Nahuel. – Falou Aro.
- Deixei de ser cínico, Aro! – Gritei e percebi que estava novamente a tremer. – É isso que quer! Acabar connosco! – Seth lambeu-me a cara e eu tranquilizei.
- Querida Bianca, a menina sabe que não é isso que queríamos.
- Pare, Aro! Sei perfeitamente porque estou aqui! Sei perfeitamente o que quer!
- Bem, Aro, temos que ir embora, espero que seja a última vez que isto aconteça, da próxima vez não iremos ser brandos. – Interrompeu Edward o que Aro ia dizer.
Seth olhou-o.
- Seth, é sensato irmos embora. – Edward disse. Percebi que ele queria lutar.
- Concordo com o Edward. Eles já foram avisados, estou certa que não existirá próxima vez, não é, Aro? – Sorri para Aro.
- Claro, minha querida. Não haverá próxima vez.
Dirigi um olhar a Alec e um sorriso a Aro, e sai daquela sala arrepiante, mas voltei para trás, Seth e Quil iam atacar.
- Meninos, por favor. Não façam nada, por mim. – Supliquei.
Quil bufou e veio na minha direcção, enquanto Seth olhava para mim e para Aro, não sabia o que queria fazer, por um lado, queria fazer o que eu pedia, mas por outro o desejo de atacar Aro era enorme.
- Amor, por mim. – Voltei a suplicar.
Olhou para mim e começou a andar na minha direcção.
- Obrigada. – Beijei o seu focinho.


(O que acharam?)

3 comentários:

Anónimo disse...

ahhh a Bianca foi salva!!!!! adorei!!! mais!
Beijos
Matilde

guidinhapattz disse...

O CAPITULO ESTÁ LINDO.
ADOREI FICO A ESPERA DO PROXIMO
BJS GUIDINHARP

Mônica disse...

Ah fiquei muito feliz da Bianca ter ficado bem!!! :D Táh muito legal.. bjinhuus